Meus surtos em Fábulas.
Fábulas que crio nos momentos de reflexão sobre questões diversas de minha mente acelerada.
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A raposa e o sabiá.
Havia, numa floresta cercada por montanhas azuis, uma pequena raposa que todas as tardes se sentava à sombra de uma figueira para ouvir o som de um velho bandolim.
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A flor que escolheu casar.
No meio de um jardim antigo havia uma flor que tinha passado a vida inteira esperando por uma abelha.
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O rio, as árvores e o tempo.
Havia, no coração de uma floresta encantada, um rio que não corria apenas pela terra: corria pela memória.
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O navio que viajou tanto e não a viu antes.
Havia uma ilha perdida em algum lugar daquele litoral. Não aparecia nos mapas, não tinha nome e quase nenhum navio se aproximava de suas praias.
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A hiena que escolheu morrer por amar.
Certa manhã, depois de uma noite de tempestade, uma população de coelhos encontrou, junto à margem de um rio, uma pequena hiena quase sem vida. Estava magra, ferida e tremia de frio.
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No ventre.
No silêncio morno de um lugar que ainda não conhecia, um pequeno menino de sete meses crescia. Não sabia o nome daquele lugar, nem sabia que existia um mundo além dele. Para ele, tudo era escuro,…
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A aventura da busca.
Havia, no coração de uma floresta cercada por montanhas negras, uma alcatéia de lobos que guardava uma tradição tão antiga que ninguém mais sabia dizer quando ela havia começado.
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A flor que conhecia o tempo.
Havia, entre duas colinas cobertas de capim alto, um pequeno vale onde o tempo parecia caminhar descalço.
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A árvore que eu nunca poderia ir e o rio que nunca poderia ficar.
No coração de uma floresta antiga havia um rio que amava uma árvore.