Escrevendo para eles, mesmo que nunca leiam.
Quantas pessoas fizeram parte da sua história sem nunca saber a importância que tiveram? Esta série nasce para escrever sobre elas. Sobre aqueles que deixaram marcas, ensinaram algo ou mudaram pequenos pedaços do caminho. Cartas que talvez nunca cheguem ao destino, mas que precisavam existir.
Posts
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Carta para Thayná: que me traduz antes das palavras.
Existem pessoas que chegam tão perto da nossa essência que, em algum momento, deixam de parecer apenas alguém da nossa vida e passam a parecer uma extensão dela.
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Carta ao meu PAI: O homem que me ensinou a ficar.
Ontem foi Dia dos Pais.
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Carta para Larissa Zang - a presença que transforma qualquer convite em história e qualquer lugar em casa.
Nosso primeiro contato aconteceu em uma viagem ao Rio de Janeiro. Uma viagem marcada por descontração, algumas furadas e aquelas pequenas confusões que, na hora, parecem apenas fazer parte do…
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Carta para Neeminas Benavenuto: Mesmo com os intervalos.
Talvez uma das coisas mais difíceis de escrever seja sobre alguém que já conhece tantas versões nossas. Porque, quando existe história, não existe apenas uma pessoa para lembrar. Existem várias. A…
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Carta para Alessandra Souza: Que sempre será um desses verões.
Se eu precisasse apontar o instante exato em que nossa amizade começou, minhas mãos não alcançariam essa precisão — porque amizades verdadeiras não nascem em datas; nascem em fendas do tempo.
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Carta para Ingrid Tanus: Porque “nada está escrito em pedras”.
eu aprendi com você uma frase que, de algum jeito, acabou virando uma pequena filosofia de vida para mim:
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Carta para Yasmim Alvarenga: Porque ela me achava IN-SU-POR-TÁ-VEL.
Existem pessoas que chegam à nossa vida já carregadas de significado.
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Carta para Sara Nascimento: A irmã que chegou primeiro.
Sara — É Primavera
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Carta para Jaffer Santos: Antes de tudo, meu primeiro amigo.
Antes de a vida nos ensinar a dar nome às coisas, nós já tínhamos inventado um mundo.
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Carta para minha mãe: O meu contato de emergência.
Ontem, enquanto passava pelo Instagram, encontrei o relato de uma mulher que recebeu uma ligação da mãe pedindo que ela fosse buscá-la no hospital.
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Carta para Leandro Gonçalves: O amor que sobrevive depois do fim.
Dizem que amor de carnaval não vinga.
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Carta para Samuel Santos - Depois, ele cresceu.
Em 2000, a nossa família ganhou um menino.
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Carta para Karen Gonçalves: Vai em paz.
Eu não sei exatamente onde você está agora. E talvez seja essa a parte mais difícil de escrever esta carta: falar com alguém que, de repente, deixou de estar onde sempre esteve.
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Carta para Hanna Moreira: que sorte a minha ter aceitado aquele convite.
Há pessoas que a gente encontra.
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Carta para Caio: Eu prefiro uma verdade bonita a uma fantasia conveniente.
É uma carta. Então, vai ser grande.
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Carta para Cleton Nascimento: O homem que pedalou comigo naquela estrada de barro.
Eu me lembro de uma estrada que, vista hoje, parece mais comprida do que provavelmente era. Talvez porque criança tenha uma maneira muito particular de medir distâncias: não em quilômetros, mas na…
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Carta para Raquel: A irmã que a vida escondeu.
Meu pai foi casado duas vezes.