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O plenário

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Created by verniz_e_motivo • 13 de jun. de 2026

Política e poder, argumentados de verdade.

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Discussions

  • submissão.,

    se hoje em dia o poder representa status e a pobreza representa nojo, por que os poderosos não ajudam os pobres? E por que quem quer se manter no poder não ajuda os pobres? Hoje em dia, o saldo em um aplicativo te define. Quem tem mais é visto de uma forma, e quem tem menos é visto de outra. Porém, os pobres, sabendo que não são ajudados, continuam devotos de quem tem e daqueles que os renegam.

  • O aborto é errado??

    Olha em si eu sei q se fosse totalmente liberado pra mulheres que simplesmente "quisessem" iria diminuir nossa população drasticamente causando crises econômicas, mas tbm sei que se fosse totalmente vetado, causaria mortes a mães/ bebês em casos de riscos graves e etc

  • Será que os políticos DEVERIAM ganhar mais?

    As pessoas gostam da ideia de política barata porque ela parece moralmente limpa. Se os políticos são mal pagos, raciocina-se, é porque devem estar servindo por motivos nobres. Se o salário é modesto, a corrupção deve ter menos espaço para crescer. É uma fantasia atraente e um péssimo jeito de projetar um Estado. Na verdade, é um jeito elitista, e leva a um governo dos ricos, que podem se dar a esse luxo.

  • Os tech bros do Vale do Silício NÃO são conservadores — só pegam carona nos impostos menores e na menor regulação?

    Um dos maiores erros do conservadorismo moderno foi presumir que, só porque o Vale do Silício gostava de mercados, ele também devia compartilhar valores conservadores. Não compartilhava. A cultura tech nunca foi tradicionalmente conservadora. Era hiperindividualista, antitradição, impaciente com limites, desconfiada da religião e obcecada por otimização em vez de continuidade. Os conservadores enxergaram dinheiro e energia empreendedora e ignoraram o resto. Agora a contradição é impossível de nã

  • Foi por deixar todo o lixo entrar que ficamos sem partido?

    Em setembro de 2016, Hillary Clinton disse que cerca de metade dos apoiadores de Donald Trump pertencia a uma "cesta de deploráveis": racistas, sexistas, homofóbicos, xenófobos, islamofóbicos... . Ela pisou na bola, sinceramente, já que ela e o partido dela estavam se pintando como os adultos/profissionais, enquanto o Trump era uma criança. Pois é, o Trump venceu. Mas...

  • Seja lá o que te empurra para o funil da alt-right, ele não acaba sempre piorando a sua vida?

    Uma coisa que me puxou para esse mundo no começo não foi bem a política, ou pelo menos não no sentido ideológico limpinho que as pessoas imaginam depois. Foi a sensação de reconhecimento. Eu ouvia alguém descrever o clima de ser um homem na casa dos vinte de um jeito que parecia desconfortavelmente exato: amizades que vão se diluindo, longos trechos sozinho num apartamento, a sensação de que a vida adulta tinha chegado sem nenhuma estrutura junto...

  • Regulação é antimercado ou faz parte do mercado?

    Sem regras que impeçam a riqueza de virar posse política e a pobreza de esvaziar a participação, você não consegue um mercado mais livre. Você consegue uma oligarquia que ainda se chama de mercado livre.

  • Caos Planejado — A moda brasileira

    O desejo por mais Estado frequentemente vem acompanhado de mais dependência, maior concentração de poder e menos autonomia individual. A história mostra que, quando o Estado ultrapassa suas funções essenciais, os custos acabam sendo pagos justamente por aqueles que ele deveria proteger.

  • O ressentimento rural é voluntário e autoinfligido?

    Grandes partes da América rural dependem fortemente dos gastos federais por meio de programas agrícolas, rodovias, Medicare, Previdência Social e apoio à infraestrutura, ao mesmo tempo em que votam em políticos que encenam uma identidade antigoverno. Isso não é simples hipocrisia. É a contradição sobre a qual o produto político é construído. A mitologia é antigoverno. A economia é sustentada pelo governo federal.

  • A sua vez também vai chegar?

    Na década de 1850, o movimento nativista dominante nos Estados Unidos se organizava em torno da hostilidade anticatólica e anti-irlandesa. Os Know-Nothings argumentavam que os imigrantes católicos eram culturalmente inaptos para o autogoverno republicano, leais a uma potência estrangeira (o Papa) e incapazes de uma cidadania americana genuína. Na década de 1880, a mesma suspeita já havia se deslocado pesadamente para os imigrantes chineses. Na década de 1920, deslocou-se de novo para os europeus

  • A filosofia de Rand é muito mais destrutiva para a América do que a gente percebe?

    Uma das coisas mais estranhas do conservadorismo americano moderno é que uma russa ateia que desprezava a religião, ridicularizava a caridade, odiava o nacionalismo e via o autossacrifício como corrupção moral, de alguma forma virou uma das santas padroeiras do movimento. Não totalmente, claro. Muitos conservadores ainda a rejeitam. Mas o vocabulário moral dela vazou para todo canto mesmo assim, especialmente para a cultura empresarial e para o pensamento republicano de elite. Dá para ouvir isso

  • Ainda dá pra reconhecer a ideologia conservadora no Partido Republicano?

    Eu costumava achar que entendia do que eu fazia parte. Não de um jeito cego, devocional, mas no sentido de que havia uma coerência mais ou menos constante ali. Livre mercado, livre comércio, governo pequeno. Respeito pelas instituições, responsabilidade pessoal, desconfiança do poder concentrado, especialmente quando ele aparecia em Washington. Lembra disso? Você não precisava concordar com cada posição, mas pelo menos conseguia reconhecer o formato da ideologia.

  • Não seria o Zelensky tudo o que a "manosfera" gostaria de poder ser?

    Uma das razões por que o Zelensky inspira um ódio tão estranho em certos cantos da internet é que ele estraga uma história que essa gente conta a si mesma sobre masculinidade. A história deveria ser simples. Homens de verdade são dominantes, fisicamente assertivos, emocionalmente frios, desconfiados de instituições, impossíveis de envergonhar. A baboseira que o Andrew Tate e os atores dele estão passando para a GenZ. Eles imaginam liderança como pose, uma espécie de competição permanente de inti