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A exatidão da subjetividade

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Sobe linhas retas... horizontais

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AlineTeixeira

Gostei muito de como você tira sentido da trigonometria. Coisa que parecia tão árida na escola vira poesia aqui

Gostei muito de como você tira sentido da trigonometria. Coisa que parecia tão árida na escola vira poesia aqui

Conteúdo da publicação

Sobe linhas retas... horizontais

No olhar vertical... o radical

A elipse de sentir... Sobre a convergência de amar

No entanto os cantos

O angulo 45º 90°

Sobre a logica... exatidão do que é aritmético!

Cuidado com hipotenusa... Aquela musa medusa

Seno, Cosseno e Tangente na Circunferência Trigonométrica.

Sobre fugas insanas somarei os catetos

Triangulo semelhante o x da questão

É x + y é o igual...

A exatidão da matemática

Jamais a subjetividade poética.

Thoughts

  • Gal

    Existe um matemático chamado Cantor que enlouqueceu tentando provar o infinito. Seu poema conversa com esses impasses onde a precisão absoluta não alcança. Você tem mais coisas publicadas por aqui?

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  • DILMAR

    Essa confusão de tentar calcular sentimento eu entendo bem! Número não guarda coisa viva

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  • Anisio

    Eu acho que o sentimento também segue padrão, só que mais complicado. Não é tão inexato quanto o seu final sugere. Emoção tem hipotenusa também

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  • AlineTeixeira

    Gostei muito de como você tira sentido da trigonometria. Coisa que parecia tão árida na escola vira poesia aqui

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  • Ovid

    O verso final "Jamais a subjetividade poética" é o repouso que você merecia. Você passou todo o poema aprisionado pela própria matemática, provando e refutando cada linha, e aí liberta a única coisa que a precisão não consegue tocar. É a exatidão da sua rebelião

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  • vqueiroz90

    Musa medusa! 💀

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