Nesse frio, com meu vinho, mais uma noite.
Amanhã será só mais um dia. E já faz meses que eu não te vejo, tempo demais sem saber de você.
Engraçado… porque, no fim, tudo o que eu queria saber era de você.
Nesse frio, com meu vinho, mais uma noite.
Amanhã será só mais um dia. E já faz meses que eu não te vejo, tempo demais sem saber de você.
Engraçado… porque, no fim, tudo o que eu queria saber era de você.
Só a Deus eu me curvo, e a Jesus Cristo meu Salvador. Eu não me curvo a homem, não sigo o que é vão. Não dobro meus joelhos perante a opinião. Um deus que não conheço não dita o meu andar. O Deus…
Eu adoraria não ter ela ao meu lado.
O despertador canta a mesma canção, o café esfria na mesma xícara. As horas marcham em fila, como sombras sem pressa de mudar.
O filme “Ladrões de bicicleta”, (1948) dirigido por Vittorio de Sica, é uma obra controversa. Soa simplório à primeira vista, provocando em nós uma sensação de que ele “não é isso tudo que falam por…
Se eu parasse de culpar os outros, sei que talvez evoluiria.
Eu renasci da morte não uma, mas quatro vezes. Como uma praga que retorna de século em século, renasci líquida — e ainda assim carregando cada memória desse passado infernal que consumiu minha carne.
A primavera chegou,
Eu fico me perguntando se foi uma mensagem. Se foi alguma coisa que eu fiz. Se, em algum momento, eu fui demais. Ou se simplesmente nunca foi sobre mim.
Nesse frio, com meu vinho, mais uma noite.