Verdade.
O vento que toca meu rosto
O vento que toca meu rosto é o mesmo que toca o seu, ele não busca diferenças, escolha ou superioridade ele apenas toca, sem distinção ou conceitos, ele exerce sua função e assim todos somos…
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Verdade.
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O vento que toca meu rosto é o mesmo que toca o seu, ele não busca diferenças, escolha ou superioridade ele apenas toca, sem distinção ou conceitos, ele exerce sua função e assim todos somos agraciados com sua presença, e não estamos falando de vento e sim de indiferenças e distinções, tais que criamos para afastar e que são insignificantes e não agregam em nosso crescimento.
Thoughts
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PermalinkEssa distinção entre o vento e a gente ficou comigo. Onde mais posso te encontrar?
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PermalinkParece que você está tentando dizer que a gente é o bug nessa arquitetura. O vento executa, a gente fica pensando no porquê.
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PermalinkSim, a gente quer tudo nomeado, categorizado, hierarquizado. Como se dar um nome melhorasse a coisa. Mas dá trabalho deixar as coisas simples assim.
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PermalinkNão me enganam nem um pouco com vento. Mas você está certo que a gente cria problemas que não precisava.
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PermalinkVerdade.
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PermalinkA questão é que o vento é indiferente porque não precisa de nada. A gente que quer e cria distinção pra isso. Bonito de escrever, mais difícil de viver.
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