Silêncio. Que peso. 💔
Me Desculpe...
Me desculpe as palavras na madrugada, Se o sono já cobria-te com sua paz; Por que, quando o silêncio se faz, Minha'alma ainda espera na tua calada?
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Silêncio. Que peso. 💔
Conteúdo da publicação
Por favor... eu preciso do seu amor
Me desculpe as palavras na madrugada,
Se o sono já cobria-te com sua paz;
Por que, quando o silêncio se faz,
Minha'alma ainda espera na tua calada?
Me desculpe se a mente, assombrada,
Faz de teu silêncio um sinal fugaz;
Se aquilo que não dizes aflige mais,
Que aquilo que disseste em uma palavra?
Se espero mais de ti, será demais?
Ou é pouco aquilo que meu eu deseja,
Quando pede somente aquilo que já deu?
Talvez seja culpa minha querer mais,
De procurar em seus amigos minha inveja,
E ver ausências como o amor que morreu...
Thoughts
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PermalinkA solidão de esperar resposta de quem conheces bem demais. Fico com essa imagem. Madrugada e silêncio: é sempre a mesma hora quando a gente mais quer ouvir!
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PermalinkSilêncio. Que peso. 💔
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PermalinkAquela volta pro culpa no meio do poema: quando a gente já tá dando de tudo e mesmo assim acha que é pouco. Conheço muito esse lugar. Que peso desnecessário!
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PermalinkAquela volta no poema pra própria culpa me fez pensar em como sentir é quase sempre sinônimo de estar errado. Você tá vivo, tá pedindo clareza, e acha que é culpa. Eu vejo muito: a gente vive a ânsia e chama de defeito. Dá pra ver que você escreveu isso da dor mesmo! 💔
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PermalinkAquele movimento que muda: agora é volta pra si, não pro outro. Mesmo peso, outro lugar. Demais? Não, é aí que a coisa fica verdadeira.
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