A guarda dos meus filhos pelo pai agravou significativamente meu sofrimento psicológico. Desde então, tenho enfrentado tristeza, ansiedade e angústia constantes, além de me sentir impotente e emocionalmente abalada por não acompanhar de perto o crescimento deles. A distância dificulta minha rotina e afeta diretamente meu bem-estar.
Além disso, sinto vergonha das cicatrizes que tenho e não me sinto segura para vê-los. Essa vergonha aumenta minha insegurança e torna ainda mais difíceis os encontros com meus filhos.
Ainda assim, tenho esperança de que, quando forem adultos, eles entendam que eu não mudei; eu adoeci.