BeneditoMoraisdeCarvalho
Conquistas
- Semanas de escrita III
Saudade do Sítio Saco
O bate-estaca me enche o saco,
Publicações recentes
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Saudade do Sítio Saco
O bate-estaca me enche o saco,
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Mãe Terra arde em febre
No horizonte o calor acende
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Escalvado
Cabelo imprevisível,
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Sensitivo
No rio
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Poeminha Floral
Durmo angicos
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Bela Vista x Bixiga: briga em família
No Bixiga dizem ter raízes tão belas,
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E a família, como vai?
Teu pai está desatualizado,
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Mãe Gaia (Planeta Terra)
Gaia ama seus filhos
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Dependente Químico
Não tenho abrigo
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São Paulo Submersa
Chove no centro, chove nos bairros,
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Os rios embutidos no centro de São Paulo
Nas entranhas da São Paulo vobranta
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Meu cat é uma gracinha (poeminha infantil)
Meu gatinho é danadinho
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A floresta (poeminha infantil)
Na floresta verdejante
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Racismo
Em mundo colorido
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O trovador da Liberdade
Na estrada da história surge um canto,
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Poeminha Infantil
Era um canário
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O homem substituído
Em 2126, o campo é de ferro,
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A fé no atacado (crônica)
No mercado da fé, as prateleiras estão sempre abastecidas. Tem milagre instantâneo para tudo o que é bolso, cura parcelada em doze meses e bênção com garantia estendida. Aceita-se cartão, PIX e até…
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Neguei Cristo três vezes
Cristo menino,]
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Poeminha infantil (3)
Leves
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Poeminha infantil (2)
O gato
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Poeminha infantil (1)
Que pato
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Cadê a lua?
Lua tresloucada,
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Carta poema para a morte
Ilustríssima Senhora Morte,
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O maluquinho de Caratinga
De mãe Zizinha
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Poema de alerta
Não é o grito que falta,
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Cidade que me habita
Caminho entre antenas que captam silêncios,
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SE AS CRIANÇAS GOVERNASSEM O MUNDO
O parque seria o parlamento,
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Cadê você?
Cadê você,
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Pra ela
Numa tarde de sol
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Lobo bobo
Homem
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Ex-rio
Hoje rio
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Inteligência artificial
Reconhece vozes
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Um poeminha de faz de conta (Poeminha Infantil)
No parque, a girafa de boné
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Pássaros Urbanos
Pássaros moldados
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LIBERTO
Que se dissolva o ÓDIO,
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O Sabiá Urbano
No poste faz seu palácio,
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Antissocial Assumido
Quando estou recluso
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Por que choras, Guaíba?
O que tu tens, Guaíba
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POEMINHA FABULINHA
Mamães vaiodosa
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CHARLES, O ANDARILHO ETERNO
Na rua torta e deserta da cidade,
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VOCÊ JÁ VIU DEUS
Não precisa sede vitrais,
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O BECO DO MIJO
No centro da cidade de Recife,
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O DEDO SUJO DO HOMEM
Seca no Norte e Nordeste,
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BRIGA DA IPIRANGA COM A SÃO JOÃO
Na esquina a briga das vaidades:
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CALÇADAS FOFOQUEIRAS
Me tire a liberdade,
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CRIA VERGONHA, RAPAZ
Ergue o cartaz como se fosse altar,
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PRIMAVERA
A cidade desperta em cores vivas,