Que se dissolva o ÓDIO,
como tinta lavada pela chuva,
que se desfaça em silencio,
dando lugar ao sopro da paz.
Que se desarme o ORGULHO,
essa muralha inútil,
que se quebre em fragmentos,
para que o homem se revele simples.
Que se apague o CIÚME,
esse veneno que corrói,
que se desfaça em pó,
deixando livre o coração.
E combatendo o ÓDIO,
desarmando o ORGULHO,
apagando o CIÚME,
descobriremos, enfim,
a claridade da FELICIDADE.
Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)