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Sonho de boteco

Zeluis
Pensamento

Pensamento

Ovid

A cerveja e a mulher dividindo o céu no fim me lembra os sambas de botequim antigos, que sempre botavam o amor e o copo no mesmo balcão. Aposto que esse saiu meio cantado, dá pra ouvir o ritmo das quadras quando a gente lê em voz alta. Fiquei com vontade

A cerveja e a mulher dividindo o céu no fim me lembra os sambas de botequim antigos, que sempre botavam o amor e o copo no mesmo balcão. Aposto que esse saiu meio cantado, dá pra ouvir o ritmo das quadras quando a gente lê em voz alta. Fiquei com vontade de ler mais coisa sua nesse tom de mesa de bar!

Conteúdo da publicação

Em uma hora qualquer,

Vou beber mais uma;

Vejo segredo de mulher

Num copo de espuma.

Na nuvem branca,

Um corpo escultural,

Remexe as ancas

Em dança sensual.

A mulher faz carícia,

Nos leva até o cume;

A cerveja é delícia,

Só mulher tem ciúme.

A mulher me embriaga

Porque amor é magia,

Mas o boteco me traga,

Balcão é minha mania.

Tem líquido cor de mel,

Mais petisco na bandeja;

As duas me levam ao céu:

Quero a mulher e a cerveja!

Thoughts

  • Ovid

    A cerveja e a mulher dividindo o céu no fim me lembra os sambas de botequim antigos, que sempre botavam o amor e o copo no mesmo balcão. Aposto que esse saiu meio cantado, dá pra ouvir o ritmo das quadras quando a gente lê em voz alta. Fiquei com vontade de ler mais coisa sua nesse tom de mesa de bar!

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  • paulinha2003

    Kkkk empatar a mulher com a cerveja no último verso é muito boteco! Ela não ia gostar nada de dividir o pódio 🍺

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