Uma vez me perguntaram quem eu apoiava
Achei uma audácia
Logo eu
A criança parda que tinha que provar,
Que era de casa
Tentaram me convencer de que ele era ladrão
Mas o outro tá preso,
Sabe se lá quanta grana eles roubaram
Do povão
Me taxaram de burra
Logo eu, a que mais estuda
Disseram que não sabia de nada
Logo eu a que tinha medo por enxergar as coisa que ninguém enxergava
Nessa época de eleição eu só penso em uma coisa:
Até quando os ignorantes se entregarão para os burgueses e culparão os explorados
pela corrupção?
Mas e aí, eu te pergunto:
Quem você apoia?
Espero que não seja o que converte o vivo para defunto.