Como ainda não comecei a escrever os outros ensaios que prometi, fiquem com um poema meu feito a um tempo atrás.
Acho muitas coisas fascinantes
Eu, o mundo, a terra, água, fogo, ar, as pessoas, você, os fenômenos sociais e principalmente que
Mesmo com a lua no leste, é possível ver o sol.
Não é bom olhar para ele, mas eu consigo vê-lo
Consigo senti-lo já não mais queimando minha pele, mas sim iluminando meu rosto e deixando o céu rosa
Do outro lado vejo a lua surgindo em forma de sorriso tímido
Como quem só quisesse avisar que está ali
É possível fazer paralelos desse fenômeno com a gente?
Acho que não
Estamos mais para melodias e prosas e às vezes poesia
Café e chá talvez?
Não sei fazer um comparativo ainda
Entretanto, sei que quando penso, rezo, desejo, imploro e almejo falar com você, tu, quase como um sensor, me responde.
E eu não sei muito o que dizer
Como dizer, responder e ouvir
O que desenhar
O que escrever
Como te galantear
"Aqui vou eu
Caindo, caindo, caindo, caindo
Minha mente está vazia
Minha cabeça gira
E eu estou mergulhando dentro desse funil de amor"
É amor?
O que é amor?
Vai ser com você que vou descobrir?
São muitas dúvidas ridículas e muitas certezas absolutas.