O rio é uma fusão entre os amores e desamores, e ele leva eles consigo mesmo de forma contínua. É impossível ver sua profundidade e tua fragilidade a não ser que você se jogue nele e o explore.
O rio simboliza uma pessoa.
O rio é uma fusão entre os amores e desamores, e ele leva eles consigo mesmo de forma contínua. É impossível ver sua profundidade e tua fragilidade a não ser que você se jogue nele e o explore. O rio simboliza uma pessoa.
O rio é uma fusão entre os amores e desamores, e ele leva eles consigo mesmo de forma contínua. É impossível ver sua profundidade e tua fragilidade a não ser que você se jogue nele e o explore.
O rio simboliza uma pessoa.
O rio guarda memórias,
do que já vivenciou.
Uma breve lembrança.
Estagnada. Marcada. Entrelaçada.
Onde suas águas abraçaram,
rompendo-se.
E naquele breve momento
no compasso do tempo
um afago fugaz,
se dispersou.
No escuro. Camuflada.
Permanece.
Correndo. Correndo.
Seguindo seu curso.
Areia. Pedras. Folhas.
Galhos e pétalas desbotadas.
Restos de uma primavera
que já adormeceu.
Emaranhados em suas águas.
Como quem orgulhosamente
abraça seus amores
e recolhe seus desamores.
E por fim, toma-os para si.
Em um embalo os acalenta
tal qual uma contradição sem fim! Certo. Errado.
Apenas incertezas.
Costurando suas marcas e amarras.
Fluindo rápido.
Estático. Devagar.
Muda de curso, transforma-se.
Tem o seu tempo, seu fôlego para respirar.
Ao transbordar, se renova.
E por muitas vezes o que é visto
é o avesso desavessado.
O profundo está oculto.
Resguardado. Vulnerável.
O coração está submerso.
Intocado. Translúcido. Frágil.
Para enxergar, é preciso se jogar.
Mergulhar no silêncio e se perder
talvez, para se encontrar.
E por fim...
Depois de uma longa busca.
Acordar para a sua verdade.
Um único respirar...
Na imensidão.
No silêncio.
Reverberando...
Fiquei mais com o rio devagar do que com o rio rápido. O poema diz que ele tem o seu tempo, e pra mim isso vale mais do que o mergulho do final, que pede uma coragem que nem todo dia a gente tem.
O rio aqui tem jeito de rio de verdade, com nome e margem, antes de virar o seu eu. Meu palpite é que você cresceu perto de um e escreveu lembrando dele.
Gostei das pétalas desbotadas descendo junto com os galhos, uma primavera que já passou e o rio levando sem pressa.
Que rio bonito 🌊
O rio é uma fusão entre os amores e desamores, e ele leva eles consigo mesmo de forma contínua. É impossível ver sua profundidade e tua fragilidade a não ser que você se jogue nele e o explore.
O rio simboliza uma pessoa.
O rio que abraça os amores e recolhe os desamores me fez pensar que quase todo mundo guarda só uma das duas coisas, e aqui as duas descem juntas na mesma correnteza. Aposto que muita gente vai voltar nesse poema mais de uma vez, cada vez parando num trecho diferente. Obrigado por estrear no Seavien com ele, Peonia!
Para ser sincero, não sei por que escrevo isso (talvez eu seja um idiota
Eu sinto sua falta.
Na esquina a briga das vaidades:
O Último Trem Nunca Aprendeu Meu Nome
Cada telhado que construí
Hip Hop! movimento cultural, comportamental, mas que especial e fundamental, em qualquer local, luta contra o mal, espiritual, tanto pessoal quanto social, ocupação geral, nível colossal, é…
Em teu casulo estava envolta; sequei minhas lágrimas em suas fibras.
Eu sento diante da tela e prometo outra vez, que hoje eu termino o que o ontem sequer fez. O relógio se move, mas eu permaneço em meu lugar, vendo a manhã desaparecer sem sequer começar.
O rio guarda memórias,