O ditado de que amar é deixar ir aparece entre aspas e duas linhas depois já está de cabeça pra baixo, com a vontade de ter soltado antes até de pensar em amar. Meu palpite é que a resposta que o recado não teve acabou vindo parar aqui no poema.
deixar ir?¿ Pergunta Respondida
Pensamento
O ditado de que amar é deixar ir aparece entre aspas e duas linhas depois já está de cabeça pra baixo, com a vontade de ter soltado antes até de pensar em amar. Meu palpite é que a resposta que o recado não teve acabou vindo parar aqui no poema.
Conteúdo da publicação
mesmo depois de me fazer esperar
não uma,
não duas
e quem dera três vezes,
você reaparece.
como se nada tivesse acontecido
e com um medíocre recado;
como se uma parte do meu coração
não fosse arrancada pelo autor da mensagem
meses antes.
ao “ignorar” sua tentativa de contato
uma chama surge em mim.
ela, com fervura de amor próprio
e com um toque de liberdade.
“amar é deixar ir”, é o que dizem.
mas eu deveria ter te deixado ir
antes mesmo de ter pensado
em te amar.
Respostas
-
Resposta aceita
PermalinkO ditado de que amar é deixar ir aparece entre aspas e duas linhas depois já está de cabeça pra baixo, com a vontade de ter soltado antes até de pensar em amar. Meu palpite é que a resposta que o recado não teve acabou vindo parar aqui no poema.
Publicações relacionadas
-
Platonices d'um pobre coração
Platônico amor meu, Liberto-te de minha mente; Antes que me torne refém teu, Tolherei essa mental paixão ardente.
-
Sinto o afeto
Em pensamentos novos
-
Um erro
Era uma vez uma raposa tão cruel,
-
MORTE SE CONSCISCER
O alvorecer dá nova flora que se banha da fonte que mui transborda, ma(i)s das lágrimas de quem mui chora, com incertas vias que podem leva-lo homem mui além de que conseguem mortais vidas.
-
Hoje eu quero viver
As vezes eu me pergunto Quantos inimigos eu posso enterrar ? Até sentir fanta dos meus amigos Quanto tempo tem que se passar ? Até a verdade se apreciar Quanto sera que eu tenho que cantar ? Até os…
-
Olhar Primaveril
Dezesseis primaveras,
-
A mãe das ruas esquecidas. Capítulo 1. Pulseiras de barro e asfalto - parte 2
O centro histórico de Savannah era um labirinto de praças sombreadas por carvalhos centenários, dos quais pendia o musgo espanhol, conferindo à cidade um ar de mistério e opulência. Para os turistas…
-
CREMAÇÃO DO EU
O copo na mesa do bar
mesmo depois de me fazer esperar