Era uma vez uma raposa tão cruel,
Notou um pássaro no céu, livre a voar.
E como uma cascavel, lhe deu um fruto, um papel
Que a ave não podia recusar.
(Esse poema não é meu, eu só estou repostando , o criador oficial é o Mundo Torajo)
Era uma vez uma raposa tão cruel,
Notou um pássaro no céu, livre a voar.
E como uma cascavel, lhe deu um fruto, um papel
Que a ave não podia recusar.
(Esse poema não é meu, eu só estou repostando , o criador oficial é o Mundo Torajo)
A raposa que vira cascavel no meio do verso me fez pensar que essas fábulas quase sempre começam pelo presente e nunca pela ameaça, e o papel que a ave não pode recusar tem cara de ser a parte que o resto do poema ia explicar. Valeu por dar o crédito ao Mundo Torajo, é bom saber de onde vem!
Platônico amor meu, Liberto-te de minha mente; Antes que me torne refém teu, Tolherei essa mental paixão ardente.
Se um dia nos encontrarmos
O alvorecer dá nova flora que se banha da fonte que mui transborda, ma(i)s das lágrimas de quem mui chora, com incertas vias que podem leva-lo homem mui além de que conseguem mortais vidas.
As vezes eu me pergunto Quantos inimigos eu posso enterrar ? Até sentir fanta dos meus amigos Quanto tempo tem que se passar ? Até a verdade se apreciar Quanto sera que eu tenho que cantar ? Até os…
Dezesseis primaveras,
O centro histórico de Savannah era um labirinto de praças sombreadas por carvalhos centenários, dos quais pendia o musgo espanhol, conferindo à cidade um ar de mistério e opulência. Para os turistas…
O copo na mesa do bar
Ciclos vêm e vão,
Era uma vez uma raposa tão cruel,