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Entrou em 25 de jul. de 2026

Conquistas

  • Semanas de escrita II
  • Longo curso II
  • Recebeu uma voz nova I

Pátria Sonâmbula

Essa pátria caminha sonâmbula, tropeçando nos próprios escombros, enquanto, nos corredores do poder, alguém afia discretamente a lâmina que há de cortar a garganta dos esquecidos. O perigo não…

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    Eis que surge a verdade, nua e incômoda, no meio dos escombros de um país que aprendeu a chamar suas próprias contradições de progresso. Quinhentos anos depois, a pergunta continua ecoando como um…

  • Carta N°1

    Meu nome é Carlos Augusto Migliaccio.

  • Loucura

    Diziam que o fim estava próximo.

  • Uma viajem muito louca

    Havia noites em que o sono parecia pertencer apenas aos outros.

  • Baralho maldito - Capitulo 2

    Benção ou Maldição?

  • Baralho maldito

    Benção ou Maldição? Vida ou Morte?

  • A Transição

    Uma breve história da minha vida, e a transição

  • Pastor da Ovelhas Negras

    Meu rebanho era feito de sombras. De amargura.

  • Cogumelos Azuis

    Aquele lugar nunca havia sido feito para pessoas comuns.

  • O Estranho no Espelho

    Parecia o retrato de alguém que trocou verdades por ilusões, amor por ausência, esperança por sobrevivência.

  • Os 7 pecados

    E diante de mim, invisível e paciente, a morte sorria como uma mulher esperando sua vez de dançar.

  • A pessoa que eu matei

    Naquela manhã, encarei meu reflexo no espelho e vi um estranho sorrindo para mim.

  • Batalhão de um homem só

    Lá fora, o som de passos cercava a casa devagar, paciente, como predadores que sabiam que a presa já não tinha para onde correr.

  • Caim o cruel

    Talvez certas tragédias reconheçam seus donos antes mesmo do primeiro toque.

  • Só se ama uma vez

    Mas do jeito que a memória conserva quem amamos: mais bonita do que qualquer fotografia, mais viva do que qualquer presença.

  • O último drinque

    Não queria que a noite assistisse ao espetáculo miserável de um homem tentando sobreviver às próprias lembranças.

  • A última rodada

    As ruas que antes eu atravessava sem perceber agora carregavam fantasmas em cada esquina. Os bares ainda estavam acesos, cuspindo música e risadas na madrugada, mas eu já não pertencia àquele mundo. Caminhava sozinho, afundado num silêncio pesado, acompanhado apenas pelas lembranças dela.