É engraçado quando começo a escutar meus pensamentos e acabo me perdendo nas palavras, sou fruto do que penso ou oque penso é fruto de quem eu sou?
Esses pensamentos me pertencem ou só passam como chuva?
Olhar para dentro se tornou um dos processos mais dolorosos dessa jornada, reconhecer meus próprios defeitos e mudar as minhas estruturas podem fazer um estrago em tanto. Construí muros e edifícios inteiros com uma sólida e intensa insegurança.
Gosto dessa pressão que me afia feito ferro no fogo, gosto de como os meus incômodos me impulsionam a me tornar quem eu quero ser, me sinto atraída pelos meus questionamentos que me levam a novos lugares e me permitem ver outras vistas, e me permitindo ser franca, correr para onde e de que? Se tudo oque eu tenho sempre esteve caminhando comigo e esse meu eu nunca vai me deixar apenas ir me deixando claro que não tem como se perder.