Diego riscando o Z na madeira da fortaleza antes de todo mundo partir ao nascer do sol me lembra das revistinhas de faroeste que passavam de mão em mão, onde tudo acabava assim. Aposto que você cresceu lendo o Tex, dá pra ver pelo cuidado com o Tonto e com o Cavaleiro Solitário. Juntar todos numa história só é um presente pra quem lia aquilo!
Tex e as raposas solitárias 3
🦊 ZORRO — O RETORNO DE MEPHISTO
In groups
Pensamento
Diego riscando o Z na madeira da fortaleza antes de todo mundo partir ao nascer do sol me lembra das revistinhas de faroeste que passavam de mão em mão, onde tudo acabava assim. Aposto que você cresceu lendo o Tex, dá pra ver pelo cuidado com o Tonto e co
Conteúdo da publicação
🦊 ZORRO — O RETORNO DE MEPHISTO
Capítulo: A Armadilha nas Sombras
A batalha nas ruas de Keston havia terminado.
Mas não como os quatro heróis esperavam.
Mephisto havia planejado tudo.
Seus homens cercaram Tex Willer, o Cavaleiro Solitário e Alejandro de la Vega por todos os lados. Mesmo lutando bravamente, os três foram dominados pelo número de inimigos.
Quando finalmente perceberam, estavam dentro de uma antiga construção de pedra, nos arredores da cidade.
Amarrados.
Tex estava preso a uma pesada coluna de madeira.
O Cavaleiro Solitário tinha as mãos amarradas atrás das costas.
Alejandro estava sentado no chão, também amarrado.
Mephisto caminhava lentamente diante deles.
— Três grandes lendas do Oeste... finalmente nas minhas mãos.
Tex levantou a cabeça.
— Você fala demais.
Mephisto sorriu.
— E você ainda faz piadas.
Tex respondeu:
— É o que fazemos quando sabemos que vamos sair daqui.
Mephisto aproximou-se.
— Não desta vez.
Ele olhou para Alejandro.
— Seu irmão não está aqui.
Alejandro permaneceu em silêncio.
Mephisto continuou:
— Onde está Diego?
Alejandro sorriu discretamente.
— Se eu soubesse, não contaria.
— Então morrerá sem saber.
Mephisto virou-se.
— Preparem tudo.
Os homens saíram.
Mas havia algo que Mephisto não sabia.
Diego estava ali.
Escondido nas sombras do teto da construção.
Durante a confusão, ele havia conseguido escapar.
Seu corpo estava imóvel.
Sua respiração, controlada.
Sua espada permanecia em sua mão.
Diego observava tudo.
Ele sabia que não poderia atacar naquele momento.
Eram homens demais.
Precisava esperar.
A oportunidade certa.
🌑 A HORA DA EXECUÇÃO
Horas depois, Mephisto retornou.
Dessa vez, ele criou uma ilusão onde surgiu uma espada, mas Tex e os outros só viam luzes e fumaça
Os três prisioneiros estavam exaustos.
Mephisto caminhou até o centro da sala.
— Chegou a hora.
Tex encarou o inimigo.
— Você realmente acredita que vai conseguir sair vivo daqui?
Mephisto respondeu:
— Hoje termina o legado do Zorro.
Ele levantou a espada.
— Primeiro Alejandro.
Alejandro fechou os olhos por um instante.
Foi quando...
TIC.
Uma pequena pedra caiu do teto.
Mephisto olhou para cima.
Nada.
— Quem está aí?
Silêncio.
Mephisto voltou-se para Alejandro.
— Continuem.
Um soldado aproximou-se.
Mas, naquele exato momento...
UMA SOMBRA DESCEU DO ALTO.
— Agora!
Diego saltou sobre o homem que estava ao lado de Alejandro.
CLANG!
O soldado caiu.
Diego cortou rapidamente as cordas de Alejandro.
— Irmão!
Alejandro levantou-se.
— Eu sabia que você apareceria!
Diego entregou-lhe a espada.
— Então faça valer a espera.
Alejandro imediatamente atacou o primeiro guarda.
CLANG! CLANG!
Diego correu até Tex.
— Tex!
— Já estava começando a achar que você tinha esquecido de nós!
Diego cortou as cordas.
Tex recuperou seu revólver.
— Agora sim.
O Cavaleiro Solitário conseguiu alcançar sua arma.
Em poucos segundos, os três estavam livres.
Mephisto recuou.
— Impossível!
Diego colocou-se ao lado do irmão.
— Você cometeu um erro.
Mephisto apertou a espada.
— Qual?
Diego respondeu:
— Você achou que tinha capturado quatro lendas.
Tex girou o revólver.
— Mas só conseguiu prender três.
O Cavaleiro Solitário completou:
— Porque nunca encontrou a quarta.
Mephisto olhou para Diego.
Pela primeira vez, seu rosto demonstrou preocupação.
— Zorro...
Diego colocou a máscara.
— Um Zorro você conseguiu capturar. Dois, nunca.
Alejandro levantou sua espada.
Os dois irmãos ficaram lado a lado.
Tex e o Cavaleiro Solitário posicionaram-se ao lado deles.
Mephisto olhou para seus homens.
— Matem todos!
Os soldados avançaram.
E então...
as quatro lendas atacaram juntas.
A luta que se seguiu fez tremer as paredes da velha fortaleza.
Espadas contra espadas.
Revólveres disparando.
Cavalos relinchando do lado de fora.
E, no meio de tudo, os dois irmãos de la Vega lutavam como se fossem um único guerreiro.
Mephisto percebeu algo que jamais havia imaginado:
o legado do Zorro não estava apenas vivo.
Ele havia se multiplicado.
E agora eram quatro lendas contra ele.
Mas, enquanto fugia por uma passagem secreta, Mephisto sorriu.
Porque ainda guardava um último segredo.
Um segredo relacionado ao passado do Capitão Montanaro...
e à própria família de la Vega.
🦊 ZORRO — O RETORNO DE MEPHISTO
Capítulo: O Segredo de Carmen
Mephisto desapareceu pela passagem secreta.
Enquanto os quatro heróis recuperavam o fôlego dentro da velha fortaleza, Diego encontrou um pequeno compartimento escondido atrás de uma pedra.
Dentro havia um livro antigo, coberto de poeira.
— Alejandro... venha ver isto.
Alejandro aproximou-se.
Tex e o Cavaleiro Solitário também observaram.
Diego abriu o livro.
Nas primeiras páginas havia registros sobre o Capitão Montanaro.
Mas, entre os documentos, havia algo que nenhum deles esperava encontrar.
Uma árvore genealógica.
Diego passou os olhos pelos nomes.
De repente, parou.
— Não pode ser...
Alejandro perguntou:
— O que foi?
Diego apontou para o documento.
Havia dois nomes ligados ao mesmo homem.
CAPITÃO MONTANARO
e...
CARMEN.
Alejandro ficou pálido.
— Carmen?
Diego continuou lendo.
— Eles tinham o mesmo pai.
Tex aproximou-se.
— Está dizendo que...
Diego respondeu:
— Carmen era meia-irmã de Montanaro.
O silêncio tomou conta da sala.
Alejandro sentou-se lentamente.
— Nossa avó...
Diego fechou o livro.
— Era filha do mesmo homem que gerou Montanaro.
O Cavaleiro Solitário perguntou:
— Ela sabia?
Diego balançou a cabeça.
— Não.
Alejandro olhou para o chão.
— Então Carmen passou a vida inteira sem saber que seu próprio irmão era o inimigo do homem que ela amava...
Diego assentiu.
— E talvez nem Montanaro soubesse que tinha uma irmã.
Tex ficou pensativo.
— Isso muda tudo.
Diego olhou para ele.
— Sim.
— Porque Mephisto não é apenas descendente de um inimigo do Zorro — continuou Tex. — Ele também é parente de nossa avó, a família de la Vega talvez nem saiba?....
Diego levantou os olhos.
— Exatamente.
Naquele momento, ouviram uma risada vindo da escuridão.
— Finalmente descobriram.
Todos sacaram suas armas.
Mephisto surgiu lentamente na entrada da sala.
— Carmen era irmã do meu avô.
Alejandro apontou a espada.
— Você já sabia?
Mephisto sorriu.
— Descobri há muitos anos.
Diego perguntou:
— Então por que nunca contou a ela?
Mephisto respondeu:
— Porque ela não precisava saber.
— Você destruiu a própria família — disse Alejandro.
Mephisto ficou sério.
— Não. Foram os segredos que destruíram esta família.
Diego deu um passo à frente.
— Carmen morreu sem saber a verdade.
Mephisto respondeu:
— E meu avô morreu acreditando que o Zorro havia destruído sua vida.
Ele abriu os braços.
— Dois lados da mesma família... separados por uma mentira que atravessou gerações, embora nosso avô não tenha sabido disso, o nosso sangue é misturado com o de Mephisto.
Diego apertou a espada.
— Então toda essa vingança começou por causa de uma história incompleta.
Mephisto sorriu.
— Talvez.
Tex levantou o revólver.
— E qual é a parte que ainda não sabemos?
Mephisto ficou em silêncio por alguns segundos.
Então respondeu:
— Quem era realmente o pai de Carmen e Montanaro.
Diego e Alejandro se entreolharam.
Mephisto deu um passo para trás.
— Porque o homem que vocês chamavam de avô... talvez não fosse quem pensavam.
E desapareceu novamente nas sombras.
Diego fechou o livro lentamente.
— Temos que encontrá-lo.
Alejandro perguntou:
— Encontrar quem?
Diego olhou para os documentos.
— O último homem que conheceu toda a verdade.
E, pela primeira vez, os quatro compreenderam que a batalha contra Mephisto não era apenas uma luta entre o bem e o mal.
Era uma busca pelo passado.
Um passado que poderia mudar para sempre a história de Carmen, Montanaro, Zorro e toda a família de la Vega.
🦊 ZORRO — O RETORNO DE MEPHISTO
Capítulo: O Retorno de Tonto
A noite havia caído sobre Keston.
As quatro lendas cavalgavam em direção à cidade.
Diego e Alejandro de la Vega à frente.
Tex Willer e o Cavaleiro Solitário logo atrás.
Todos sabiam que Mephisto estaria esperando.
Mas ninguém imaginava que a cidade inteira havia sido transformada em uma armadilha.
Ao entrarem na praça principal, as portas das casas se abriram.
Homens armados surgiram por todos os lados.
— É uma emboscada! — gritou Alejandro.
BANG! BANG!
Os tiros começaram.
Tex saltou do cavalo e procurou abrigo atrás de uma carroça.
O Cavaleiro Solitário desmontou rapidamente e começou a responder aos disparos.
Diego e Alejandro sacaram as espadas.
— Irmão! — gritou Alejandro.
— Juntos!
Os dois avançaram.
As lâminas dos Zorros brilhavam sob a luz da lua.
CLANG! CLANG! CLANG!
Um capanga atacou Diego.
Ambos exímios atiradores, ficavam entre atirar e desarmar com suas espadas, ou vez ou outra usavam o chicote.
Ele desviou, girou e derrubou o homem com o cabo da espada.
Alejandro enfrentou dois ao mesmo tempo.
Tex disparava com precisão, enquanto o Cavaleiro Solitário avançava pela rua.
Mas os homens de Mephisto eram muitos.
Pouco a pouco, os quatro foram sendo cercados.
Então, no alto da escadaria do velho prédio da prefeitura, surgiu Mephisto.
— Bem-vindos novamente a Keston!
Diego ergueu a espada.
— Desta vez você não escapará.
Mephisto riu.
— Vocês ainda não entenderam. Keston pertence a mim!
Ele fez um sinal.
Mais homens apareceram.
Tex olhou para o Cavaleiro Solitário.
— Acho que estamos em desvantagem.
O Cavaleiro Solitário respondeu:
— Já enfrentamos situações piores.
Tex sorriu.
— Verdade.
⚔️ O ÚLTIMO CERCO
A batalha continuou.
Alejandro conseguiu chegar até Mephisto.
Os dois cruzaram as espadas.
CLANG!
Mephisto atacou.
Alejandro defendeu.
CLANG!
Diego apareceu atrás dele.
— Dois contra um, Mephisto.
— Não preciso de vantagem! — respondeu o vilão.
Mephisto recuou e chamou seus homens.
Enquanto isso, Tex e o Cavaleiro Solitário estavam cercados.
Um dos capangas atingiu o braço de Tex.
Seu revólver caiu no chão.
O Cavaleiro Solitário tentou ajudá-lo, mas também foi dominado.
Os dois foram empurrados contra uma parede.
Mephisto observou.
— Finalmente!
Ele levantou a espada.
— As duas maiores lendas do Oeste terminarão aqui!
Tex olhou para o Cavaleiro Solitário.
— Parece que chegamos ao fim.
O ranger respirou fundo.
Mas então...
Um grito ecoou atrás deles, na entrada da cidade..
— HII-YO!
Todos pararam.
Um cavalo surgiu em disparada pela rua.
Sobre ele estava um homem de longos cabelos negros, vestido com roupas de guerreiro indígena.
Tex arregalou os olhos.
— Não pode ser...
O cavaleiro saltou do cavalo e lançou uma corda.
A corda envolveu o braço do homem que estava prestes a atacar Tex.
PUXÃO!
O capanga foi arrancado do lugar.
Tex recuperou seu revólver.
— TONTO!
Tonto desmontou e correu até o ranger.
— Você está bem, irmão?
Tex sorriu.
— Agora estou.
O Cavaleiro Solitário olhou para seu velho companheiro.
— Tonto... pensei que nunca mais o veria.
Tonto respondeu:
— Uma velha trilha me trouxe até Keston.
Ele olhou para Mephisto.
— E parece que cheguei na hora certa.
Mephisto ficou furioso.
— Outro?
Diego sorriu.
— Você deveria ter pesquisado melhor quem eram seus inimigos.
Alejandro levantou a espada.
— Agora somos cinco.
Tex girou o revólver.
— E Tonto acaba de equilibrar a luta.
Tex e o cavaleiro solitário já havia derrubado vários homens de Mephisto, e Tonto ajudou a derrubar o restante, os irmãos de lá Vega também derrotaram vários, Só faltando Mephisto...
Tonto montou novamente.
O Cavaleiro Solitário subiu em seu cavalo.
Os cinco ficaram lado a lado.
Dois Zorros.
Tex Willer.
O Cavaleiro Solitário.
Tonto.
Mephisto olhou para seus homens.
Pela primeira vez naquela noite, percebeu que havia perdido o controle da situação, Mephisto tropeçou e caiu na rua abaixo.
Diante de Tex , mas um capanga aínda estava de pé, e Mephisto aproveita a situação...
Diego levantou a espada.
— Mephisto!
O vilão olhou para ele.
— Isso ainda não acabou.
Diego respondeu:
— Não.
E colocou a máscara.
— Mas agora a caçada começou.
Os cinco cavaleiros avançaram pela rua de Keston.
Mephisto fugiu para dentro da escuridão.
E, atrás dele, ouviu o som de cinco cavalos.
A lenda havia crescido novamente.
🦊 ZORRO — O RETORNO DE MEPHISTO
Capítulo Final: A Queda de Mephisto
A perseguição terminou nas ruínas de uma antiga fortaleza, fora de Keston.
Mephisto corria pelos corredores escuros, tentando encontrar uma saída.
Mas, ao chegar ao pátio, parou.
Diante dele estavam cinco cavaleiros.
Diego e Alejandro de la Vega, com as espadas em punho.
Tex Willer, segurando o revólver.
O Cavaleiro Solitário, ao lado de seu fiel companheiro.
E Tonto, observando tudo em silêncio.
Mephisto olhou para trás.
Não havia saída.
— Vocês não podem me prender! — gritou.
Diego respondeu:
— A vingança terminou, Mephisto.
Mephisto sacou a espada e atacou.
Diego bloqueou o golpe.
CLANG!
Alejandro entrou na luta.
CLANG! CLANG!
Mephisto tentou fugir pela lateral, mas Tex apontou o revólver.
— Nem pense nisso.
Mephisto parou.
Tonto lançou sua corda.
WHOOOSH!
A corda envolveu os braços do vilão.
O Cavaleiro Solitário puxou a outra ponta.
Mephisto caiu de joelhos.
Diego aproximou-se e retirou sua espada.
— Acabou.
Mephisto ainda tentou resistir.
Mas Alejandro amarrou suas mãos.
Pouco depois, os cinco estavam diante dele.
Mephisto estava finalmente derrotado.
Amarrado, ajoelhado aos pés daqueles que havia perseguido durante tantos anos.
Tex colocou o chapéu e olhou para ele.
— Você passou a vida inteira tentando destruir uma lenda.
Tonto completou:
— E acabou encontrando cinco.
O Cavaleiro Solitário aproximou-se.
— A justiça decidirá seu destino.
Mephisto abaixou a cabeça.
Diego olhou para o irmão.
Alejandro sorriu.
— Nosso avô pode finalmente descansar.
Diego olhou para o céu.
— E nossa avó Carmen também.
Os dois irmãos ficaram lado a lado.
Então Diego desembainhou a espada e, com um movimento rápido, desenhou na madeira da velha fortaleza:
Z
Tex sorriu.
Alejandro guardou a espada.
Tex montou em seu cavalo.
O Cavaleiro Solitário e Tonto fizeram o mesmo.
Antes de partir, Tex olhou para os irmãos.
— Acho que esta história merece ser lembrada.
Diego respondeu:
— Não é o fim da lenda.
Alejandro completou:
— É apenas mais um capítulo.
Os cinco cavaleiros partiram juntos enquanto o sol começava a nascer sobre Keston.
Atrás deles, Mephisto permanecia amarrado sobre um cavalo, derrotado pelos heróis, finalmente entregue à justiça.
E, quando os primeiros raios de sol iluminaram o símbolo deixado na madeira, a marca do Zorro brilhou novamente.
A vingança havia terminado.
A verdade havia vencido o silêncio.
E o legado de Don Diego de la Vega continuaria vivo.
Em Keston, o bando de Mephisto estava na cadeia da cidade, esperando por delegados federais para os conduzirem a prisão próximo de Keston.
🦊⚔️ FIM — Tex e as raposas solitárias 3 ZORRO: O RETORNO DE MEPHISTO
Thoughts
-
PermalinkEssa da avó Carmen morrer sem saber que tinha um irmão do outro lado me lembrou as histórias que minha mãe contava de primo que ninguém sabia que era primo. Toda família tem um segredo desses guardado numa gaveta, só não tem Zorro pra abrir.
-
PermalinkMephisto foge sorrindo pela passagem secreta duas vezes antes de cair. Vilão bom é assim, sempre tem uma porta nos fundos.
-
PermalinkO Tonto aparece do nada pela trilha e ninguém pergunta por onde ele andou esse tempo todo. Fiquei curiosa dessa parte que ficou de fora.
-
PermalinkDiego riscando o Z na madeira da fortaleza antes de todo mundo partir ao nascer do sol me lembra das revistinhas de faroeste que passavam de mão em mão, onde tudo acabava assim. Aposto que você cresceu lendo o Tex, dá pra ver pelo cuidado com o Tonto e com o Cavaleiro Solitário. Juntar todos numa história só é um presente pra quem lia aquilo!
-
PermalinkTonto chegando no último minuto pra salvar o Tex, eu ri sozinha kkk
Related posts
-
Um golpe na Liberdade novo capítulo
Capítulo 2: A Chama da Guerra Civil (1888–1901)
-
Um golpe na Liberdade capítulo final
Capítulo 3: A Batalha Final e a Redenção da Nação (1901)
-
O poço das almas.
Capítulo 1: O Abismo de Kola
-
O poço das almas, a criatura i7
O Despertar da Caçada
-
O Pacto da Noite Eterna, Brasil
A névoa fria da madrugava cobria o centro de Campo Grande, envolvendo o cruzamento da Avenida Afonso Pena com a Rua 14 de Julho em um silêncio denso.
-
Tex e as raposas solitárias.
Tex é um cowboy conhecido, teve que enfrentar um feiticeiro, todos o chamam de Mefisto, esse estava raptando moças da cidade de keston, durante suas investigações, caiu numa emboscada onde foi…
-
lV- Viagem ao Centro da fé.
A grande viagem da Alma iria começar, uma viagem de fé e compreensão.
-
A Procissão dos Mortos
O pó da terra batida da Fazenda Nossa Senhora das Dores não via chuva há meses, mas o ar ali dentro era sempre pesado, sufocado pelo medo. No centro daquela imensidão de terras reinava o Coronel…