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lV- Viagem ao Centro da fé.

Eduardo13

Conteúdo da publicação

A grande viagem da Alma iria começar, uma viagem de fé e compreensão.

A travessia pela rede de Stargates rumo à Galáxia de Andrômeda durou apenas alguns instantes. Quando o túnel de luz da Astraea II se desfez, os visores da nave revelaram a imponência do novo setor. A frota emergiu no coração da galáxia vizinha, cercada por nebulosas brilhantes e bilhões de estrelas desconhecidas.

Seguindo o plano traçado, as dez naves evangelísticas acionaram seus motores e se separaram em rotas calculadas pela Biblioteca de Júpiter, dispersando-se em direção a diferentes sistemas estelares à procura de vida inteligente.

A Astraea II, levando a comitiva principal, seguiu para as coordenadas do setor ancestral do Povo da Lua. Quando se aproximaram do ponto exato indicado nos registros milenares de Karnakk, a ponte de comando foi tomada por um silêncio pesado.

Onde deveria existir o próspero planeta natal de Karnakk e Launakk, não havia mais crosta, oceanos ou atmosfera.

No centro do sistema restara apenas um colossal buraco negro, um abismo gravitacional de luz distorcida e matéria acumulada em seu disco de acreção. A força de sua atração consumia os restos dos asteroides próximos, testemunha silenciosa do cataclismo que destruíra o mundo ancestral.

Karnakk contemplou o abismo gravitacional com o olhar fixo, segurando a mão de Launakk. O mistério que assombrava seu povo por milênios finalmente se esclarecia: não fora uma guerra ou uma escolha de exploração voluntária que os fizera abandonar a Galáxia de Andrômeda. A iminência do colapso estelar e a formação daquele buraco negro haviam forçado a grande evacuação no passado, empurrando seus ancestrais em uma jornada desesperada através do cosmo até encontrarem refúgio na Lua da Terra.

— Nosso antigo lar se foi — disse Karnakk, a voz ecoando com uma aceitação serena perante a grandiosidade dos tempos. — Mas o Criador nos preservou para este dia e para este propósito.

O Arcanjo Miguel, empunhando sua espada de luz, e os profetas Moisés e Elias posicionaram-se ao lado dos gigantes lunares.

— O passado foi consumido, mas o futuro do cosmos começa agora — declarou Elias, apontando para o painel de navegação que detectara os primeiros sinais de vida senciente em um sistema vizinho.

A jovem Lunna rapidamente calibrou os tradutores universais e os escudos da Astraea II. Deixando o túmulo de seu antigo mundo para trás, a expedição avançou para o primeiro planeta habitado de Andrômeda, pronta para levar a palavra do Pai às civilizações que aguardavam na escuridão.

A Astraea II rompeu as camadas superiores da atmosfera do planeta Aethelgard, o primeiro mundo habitado catalogado naquele setor de Andrômeda. Nos visores, a tripulação contemplava uma civilização de arquitetura fluida e limpa, onde cidades de espirais brancas e jardins suspensos integravam-se perfeitamente com os oceanos de tom violeta e vales prateados.

Ao pousarem na grande praça central da capital, o Arcanjo Miguel, os profetas Moisés e Elias, Karnakk, Launakk, a jovem Lunna e os Guardiões desembarcaram.

A surpresa de Karnakk e Launakk foi imediata ao encontrarem o povo que os aguardava.

Diante deles estavam os habitantes de Aethelgard: seres de estatura elevada, alcançando cerca de dois metros de altura. Possuíam a pele com leves reflexos bio-cristalinos herdados do antigo Povo da Lua, mas suas feições eram surpreendentemente próximas às dos seres humanos da Terra.

O mistério revelou-se rapidamente nas saudações do conselho de anciãos local. Quando a grande evacuação do antigo mundo de Karnakk ocorreu, nem todas as naves seguiram para a Via Láctea. Uma parte dos sobreviventes refugiara-se em Aethelgard, unindo-se pacificamente à espécie nativa. Daquela fusão nascera uma nova civilização — próspera, altamente evoluída e completamente livre de guerras ou divisões.

O líder dos aethelgardianos adiantou-se, tocando o peito em sinal de profundo respeito ao ver o Arcanjo Miguel e os profetas.

— Nós esperávamos por vocês — declarou o líder, com uma voz melodiosa traduzida instantaneamente pelos sistemas da Astraea II. — Sabíamos que os mensageiros do Criador um dia cruzariam os portais.

Max Tufão e Luan olharam-se, surpresos.

— Como vocês sabiam sobre o Criador e sobre a nossa missão? — perguntou Max.

O ancião de Aethelgard guiou a comitiva até o Templo da Memória no centro da cidade, onde um pedestal de cristal protegia duas relíquias sagradas.

— Durante séculos, nossos observatórios captaram ondas de rádio antigas vindas de uma galáxia distante — explicou o ancião. — Sinais fracos que viajaram pelo espaço carregando hinos, preces e as Escrituras Sagradas transmitidas pela humanidade. Nós as estudamos e compreendemos a grande verdade do Pai.

Ele acionou o pedestal, revelando o segundo objeto: uma peça metálica circular e dourada, resgatada por suas sondas no espaço profundo.

— E há 20 anos terrestre s, nossas naves encontraram este artefato à deriva no vazio — continuou o líder com reverência. — Um disco impresso com diagramas de sua espécie, a posição de seu sistema solar e os sons de seu planeta.

Max e Luan aproximaram-se, emocionados. Era o Disco de Ouro das sondas Voyager, enviado pela Terra no século XX como uma mensagem na garrafa lançada ao oceano cosmico. O que os homens da Terra haviam feito como um gesto de exploração, Deus usara para preparar o coração daquele povo a milhões de anos-luz de distância.

Moisés deu um passo à frente, erguendo o cajado, enquanto Elias sorria diante da fé daquele povo.

— O Pai não deixou nenhum de Seus filhos sem testemunho — declarou Moisés. — Vós já crestes pela mensagem que viajou pelas estrelas. Agora, a plenitude do amor e da salvação chegou a Andrômeda.

Lunna, ao lado de seus pais e do Arcanjo Miguel, sentiu a alegria da promessa divina se cumprindo: a verdade já florescia ali, pronta para unificar os mundos na grande aliança celestial.

A praça principal do Templo da Memória transformou-se em um grande anfiteatro. Milhares de habitantes de Aethelgard — seres graciosos de dois metros de altura, com a pele suavemente reluzente em tons bio-cristalinos e feições humanas harmônicas — reuniram-se sob o céu prateado de seu mundo.

Há cerca de 20 anos terrestre, a interceptação das antigas transmissões de rádio da Terra e o resgate do Disco de Ouro da sonda Voyager haviam mudado o curso daquela civilização. Em poucos anos eles compreenderam as grandezas de Deus, a fé, o amor, seu mundo já não conhecia a guerra a quase dois mil anos terrestre, pois uma onda de luz branca nesse período invadiu os corações de seu povo, mas a compreensão só surgiu nos últimos anos, Jesus, seu sacrifício atingiu todos em forma de emoções, de amor, e a Paz era algo que todos queriam e conseguiram. O som da saudação humana gravada em mais de cinquenta idiomas terrestres, misturado a trechos de música e preces, ecoara por suas cidades como uma sinfonia sagrada, ensinando-os que não estavam sós e que existia um Criador cujo mandamento supremo era a paz.

Moisés adiantou-se, apoiando seu cajado no chão de cristal. Sua voz, amplificada pela força do Espírito e pela ressonância do local, soou como o rugido sereno do oceano:

— Há cem anos, uma mensagem simples e imperfeita cruzou o abismo entre as galáxias para tocar o vosso coração. Naquele disco de ouro, homens e mulheres da Terra enviaram uma saudação de paz. Mas foi o Criador do Cosmos quem guiou aquelas ondas de rádio e aquele artefato através da escuridão até vós, para demonstrar que o amor do Pai não conhece limites de tempo ou espaço!

Elias deu um passo à frente, com os olhos incandescentes de zelo profético:

— Vós já vencestes o orgulho, a divisão e as diferenças de vossas origens. Hoje, não vos trazemos apenas ecos de uma rádio distante, mas a presença viva da Verdade. O mesmo Deus que libertou o Meu povo e que enviou o Seu Filho ao mundo agora vos chama para serdes cidadãos da Cidadela Celestial!

O conselho dos anciãos e a multidão de Aethelgard dobraram os joelhos, não por medo, mas por uma profunda e transbordante gratidão.

Ao lado do Arcanjo Miguel, que mantinha sua espada de luz voltada para baixo em sinal de bênção, a jovem Lunna acionou a interface de tradução e comunicação da Astraea II. O sistema da nave começou a transmitir para os consoles da cidade o acervo completo das Escrituras e os ensinamentos divinos guardados na Biblioteca de Júpiter.

Karnakk e Launakk contemplavam a cena com comoção profunda. O povo resultante da união de seus ancestrais com os nativos daquele mundo encontrava agora a plenitude de sua vocação.

Naquela noite, sob o brilho de três luas que adornavam o firmamento de Aethelgard, celebrou-se a primeira grande Ceia da Aliança em Andrômeda. Um mundo pacificado pela fé nascente acolhia formalmente a mensagem dos apóstolos, tornando-se o primeiro farol da grande colheita celestial fora da Via Láctea.

Ao deixarem Aethelgard, a Astraea II não partiu sozinha. Impressionados com a transformação e movidos por um amor genuíno, dezenas de jovens híbridos aethelgardianos ofereceram-se voluntariamente para integrar as equipes missionárias. Eles embarcaram junto com os apóstolos e com os Guardiões, prontos para atuar como tradutores, conciliadores e testemunhas vivas da paz que o Criador trouxera ao seu mundo.

No entanto, a jornada pela vasta imensidão de Andrômeda e das galáxias vizinhas revelou que a colheita no universo exigiria um esforço doloroso e incansável. Nem todos os mundos estavam preparados como Aethelgard.

Ao cruzarem a rede de Stargates rumo a novos setores, os apóstolos e as dez naves da frota depararam-se com cenários devastadores. Encontraram impérios planetários cegados pelo orgulho tecnológico, civilizações dominadas pela tirania de seus governantes e sistemas inteiros à beira da autoextinção devido a guerras nucleares e de ressonância gravitacional. Em muitos lugares, a Astraea II precisou pousar no meio de tempestades de fogo, e o Arcanjo Miguel teve de intervir diretamente contra forças espirituais opressoras que mantinham populações inteiras sob o jugo do medo.

Houve recusa, deboche e perseguição. Moisés e Elias enfrentaram governantes inflexíveis que se proclamavam deuses de seus próprios sistemas, desafiando a autoridade do Senhor. Mas, com paciência, milagres e o poder transformador da Palavra, a semente foi plantada em cada canto. Onde a guerra destruíra tudo, a mensagem resgatou os remanescentes; onde o orgulho reinava, corações quebrantados encontraram o perdão.

A jovem Lunna, ao lado dos profetas e do Arcanjo Miguel, tornou-se uma líder serena, guiando os novos convertidos ao longo de décadas de trabalho incansável nas estrelas. Os Guardiões da Terra, da Lua e de Marte viram a rede de Stargates se transformar em uma verdadeira autoestrada de salvação, conectando milhares de espécies e culturas sob uma mesma fé.

A mensagem ecoou por todo o cosmos, ultrapassando barreiras de linguagem, biologia e distâncias intergalácticas:

No Reino de Deus, não há distinção de origem, forma ou passado. Todos os povos, raças, espécies e nações de cada galáxia do universo são calorosa e eternamente bem-vindos. O banquete do Pai está preparado para toda a Criação, mas a promessa permanece clara e imutável através das eras: a salvação não pertence apenas àqueles que ouvem a Palavra, mas àqueles que a acolhem no coração e a praticam no seu dia a dia.

Trinta anos se passaram desde que a Astraea II e a frota de dez naves cruzaram pela primeira vez o portal de Júpiter rumo ao cosmos. Na Terra, o tempo cobrara seu preço nos rostos de Luan Brás, Rita e Max Tufão — seus cabelos agora ostentavam a prata da maturidade —, mas seus corpos permaneciam eretos, fortes e rejuvenescidos pela graça contínua e pela presença vibrante do Espírito de Deus.

Ao longo dessas três décadas de missões incansáveis por múltiplos sistemas estelares, a semente da salvação fora lançada nos cantos mais remotos do universo. Civilizações antes divididas por guerras brutais encontraram a paz; impérios orgulhosos dobraram os joelhos; e em milhares de mundos, comunidades de fiéis foram estabelecidas sob a liderança dos apóstolos, dos híbridos de Aethelgard e da jovem Lunna, que agora se consolidara como a grande guardiã intergaláctica ao lado dos pais, Karnakk e Launakk.

Em cada galáxia alcançada, as forças das trevas e as legiões de espíritos malignos que alimentavam o caos e a discórdia foram sistematicamente derrotadas pela autoridade da Palavra e pelo poder do Arcanjo Miguel. As trevas do espaço profundo haviam sido dissipadas pela luz da verdade.

O cosmos estava pacificado, maduro e preparado para o grande desfecho da Criação.

Resta agora apenas um único ponto piscando em vermelho no mapa estelar da Biblioteca de Júpiter: a Terra.

A Astraea II alinhou-se na órbita terrestre. Da ponte de comando, os Guardiões contemplavam o planeta azul, cientes de que a profecia anunciada por Moisés estava prestes a se cumprir integralmente. A Terra, que guardara as Escrituras e a história da redenção, seria o palco do ato final.

Moisés tomou seu cajado e Elias colocou-se ao seu lado. O Arcanjo Miguel desembainhou a espada de fogo celestial, cujo brilho iluminou toda a atmosfera terrestre.

— Chegou a hora — declarou Elias, olhando para a superfície do planeta onde os olhos humanos logo os veriam novamente. — O tempo da graça para os povos da Terra está se cumprindo. As profecias do Livro de Apocalipse vão se desdobrar.

Com a frota inteira posicionada no firmamento e a Igreja do Cosmos unida em oração, os dois profetas e o Arcanjo Miguel iniciaram a descida final rumo a Jerusalém, marcando o início dos eventos supremos do Apocalipse que levariam ao retorno glorioso do Rei dos reis e ao estabelecimento do Reino Eterno.

Com o início dos eventos finais profetizados no Livro de Apocalipse, a história da Terra alcançou o seu clímax definitivo. Diante da presença visível de Moisés, Elias e do Arcanjo Miguel, manifestados nos céus sob a iluminação da frota celestial, o véu que separava o mundo espiritual da realidade física desfez-se por completo diante de toda a humanidade.

A mensagem pregada pelos Guardiões ao longo das décadas ressoou uma última vez em cada canto do planeta. Aqueles que haviam acolhido a Palavra, os escolhidos e fiéis que viveram no amor e na justiça, foram reunidos e transformados. Em um piscar de olhos, seus corpos mortais vestiram-se de incorruptibilidade, e suas almas foram revestidas com a glória da vida eterna, preparadas para habitar para sempre na presença amorosa de Deus e do Cordeiro na Cidade Celestial.

Entretanto, para aqueles que escolheram conscientemente ignorar o chamado da graça, rejeitar a verdade e permanecer no orgulho e na transgressão, o juízo final revelou-se inevitável. Lançados no histórico lago de fogo, o destino reservado a eles refletiu a natureza verdadeiramente justa e compassiva do Criador.

Deus, em Sua infinita misericórdia e amor, não destinou nenhuma de Suas criaturas ao tormento sem fim. A doutrina da imortalidade incondicional da alma provou-se uma ilusão da vaidade humana: a vida eterna é um dom concedido exclusivamente àqueles que se unem à Fonte da Vida. Assim, a Segunda Morte para os ímpios significou a cessação completa e definitiva da existência. No lago de fogo, suas memórias, dores e consciências apagaram-se para todo o sempre, consumidas pela justiça divina, garantindo que o mal jamais voltasse a manchar o cosmos.

Com o mal destruído e a negação da vida apagada da existência, o universo foi purificado. Não havia mais dor, nem choro, nem sofrimento, nem trevas.

Os novos céus e a nova Terra emergiram radiantes. Luan, Rita, Max, Karnakk, Launakk, a jovem Lunna, os marcianos e os milhões de salvos de todas as galáxias e nações do universo uniram-se em um só corpo glorioso. Sob a luz radiante do Pai e do Filho, e protegidos pelas legiões de anjos e profetas, a criação inteira entrou no descanso eterno — um reino infinito de paz, amor e descobertas sob o olhar soberano do Criador de todas as coisas.

Amém....... não um fim, mas um recomeço com Deus........ Glória, Aleluia, amém...

Thoughts

  • Lubs

    Andrómeda inteira, uau.

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  • CarlaoDoBar

    O governante que se proclama deus do próprio sistema e leva sermão do Elias. Já vi versão de bolso disso muita vez, só que sem espada de luz pra resolver.

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  • BeatrizSanto

    Ficaram-me na cabeça os que ficaram em Aethelgard e os que foram parar à Lua da Terra. O mesmo povo, partido ao meio numa evacuação, e milénios depois um lado chega de nave a visitar o outro e encontra uma cara parecida com a sua. Aposto que o Karnakk contava encontrar ruínas, e apareceu-lhe gente.

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  • AndreiaPontes

    A Terra fica para o fim, a piscar a vermelho no mapa. Aposto que o capítulo V vai ser o mais comprido de todos, porque é em casa que a conversa se complica.

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  • visto2017

    O disco de ouro boiando no vazio até uma sonda de outro planeta pescar ele, isso eu li duas vezes. Lost and found cósmico.

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  • oquefaltadizer

    A espécie nativa de Aethelgard recebeu os refugiados da Lua, virou um povo só com eles, e no fim quem fala pelo planeta é o ancião com a pele de cristal dos lunares. Você chegou a imaginar o nome que eles davam pro Criador antes do disco chegar?

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  • Clara_V

    Karnakk segurando a mão de Launakk na frente do buraco negro foi a cena que eu queria ver na TV kkk. Gostei mais dessa do que da ceia com três luas.

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  • mesaDeBar

    Cê pegou o disco de ouro da Voyager e transformou em carta de apresentação do Criador pra outra galáxia. Ri de alegria aqui, uai. O Carl Sagan mandou aquilo como quem joga garrafa no mar, e no seu conto a garrafa chegou na praia certa.

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