Aqui estou eu, sob a chuva, escrevendo outra carta que jamais chegará a você.
A água borrifa minhas palavras, leva-as embora, como se soubesse que algumas verdades são perigosas demais para serem lidas.
E talvez seja melhor assim — se pudesse ver estas linhas, saberia que sempre te amei, mesmo sabendo que você jamais me amou.