Trá la la la.
Cintila a sina,
vejo o sol aqui de baixo,
entalhado no carvalho.
Enquanto o sopro doce das anêmonas desce transgressivo no solo,
para baixo, e baixo.
Estou aqui.
Acima daqueles abaixo de mim;
sou epífito, talho minhas memórias e as canto em forma de suplico,
para um dia cair na fissura.
E tornar-me anêmona que perdura, murcha, dura.
Trá la la la.
Orquídea cresce e renuncio, a posse de rei do túmulo,
esvaído e jogado, desço no solo e me torno depravado.