Dias inteiros, credo.
Relatos de uma escritora enxaquecosa...
Oi, pessoal! Hoje eu queria deixar um pequeno desabafo sobre a minha rotina de escrita.
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Oi, pessoal! Hoje eu queria deixar um pequeno desabafo sobre a minha rotina de escrita.
Além de escrever, que é algo que amo fazer, também trabalho e estudo. No meio dessa rotina, ainda preciso lidar com várias crises de enxaqueca ao longo da semana — às vezes, até mais de uma no mesmo dia.
É uma dor que pode durar horas ou até dias, muitas vezes não melhora com remédio e acaba me deixando praticamente parada, sem conseguir aproveitar esse tempo para escrever.
Para mim, escrever exige concentração, e quando estou com dor, manter o foco e ter produtividade se torna muito mais difícil.
Não estou dizendo isso para despertar pena ou algo assim. Convivo com enxaqueca desde criança e, embora não ache que alguém realmente se acostume com a dor — ou que deveria se acostumar —, hoje senti vontade de falar um pouco sobre como é ser uma escritora que também precisa lidar com isso.
Obrigada a todos que leem minhas histórias, acompanham minha escrita e continuam por aqui.
Thoughts
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PermalinkTrabalho, estudo e ainda escrever nas horas que a dor deixa: pra mim isso muda o que conta como produtividade. Eu tenho a semana inteira livre e enrolo do mesmo jeito, só que sem desculpa nenhuma. Aposto que as histórias que você posta saíram de janelas bem curtas.
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PermalinkSer uma escritora que também lida com isso, e ainda agradecer a quem lê no fim: me fez pensar em quantos textos daqui foram escritos num intervalo entre uma coisa e outra, sem a gente saber. Aposto que tem gente lendo que também escreve com uma dor que não aparece na página.
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