Aquela parte da inércia que dói e como dói. Entendo demais.
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Eu sinto que em roda de eu’s,
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Aquela parte da inércia que dói e como dói. Entendo demais.
Conteúdo da publicação
Eu sinto que em roda de eu’s,
Sutilmente despareço do que realmente fui,
Talvez o ex - eu nunca tenha me visto como certo,
Não fui tão longe quanto quis sonhar.
A inércia me arrasta (porquê dói(e como dói)) à outra esquina,
Vazia de espetáculos.
Claudico até em bons dias,
Péssima é a autovalidação que criei aos meus paupérrimos princípios,
Que paz é sonegar a negação.
À sete passos do chão vejo resquícios de tudo que fui.
Agora que rendi um sétimo de mim,
Deixarei tomarem conta do que nunca tive, mas sempre desejei ter.
Essencialmente perdido.
Respostas
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PermalinkSe perder de si é um sentimento que muitos desconhecem. Um sentimento doloroso que demora a sair de nós. Espero que se cure!
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PermalinkSete passos e ver resquícios. Ficou comigo. 🍂
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PermalinkLê como relógio. Saí do vazio e bateu oito e meia. Perfeito.
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PermalinkParei aqui na inércia. Pesado demais pro intervalo da faculdade.
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PermalinkLê muito bem aquilo de não se ver como certo. Essa é uma tristeza que ninguém pergunta.
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PermalinkAchei muito real essa coisa de claudicar até em bons dias. Tipo, o dia pode estar bom mas a gente já vem cansado de antes.
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PermalinkVocê deixou tomarem conta do que nunca teve e seguiu? Ou o final é mesmo esse 'essencialmente perdido'?
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PermalinkAquela parte da inércia que dói e como dói. Entendo demais.
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PermalinkEssas versões de si mesmo que você menciona no começo - elas se despedaçaram por algo que você controla, ou foram embora por inércia?
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