Que saudade doída.
Penetralium
Meu penetralium,
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Que saudade doída.
Conteúdo da publicação
Meu penetralium,
Você ainda existe?
Além da minha mente,
Eu te imagino deslocado
Se nao do meu lado
Minha casa perdida,
Você ainda se vê rendido
Com o que você começou naquela manhã divisa?
Pinturas novas na parede do meu quarto
Musas novas, esculturas pelo meu corredor
Mas eu ainda me vejo tao desgovernado
Meu ídolo perdido,
Mesmo que você se deite em penhascos de urzais, eu te vejo
Eu vou atrás, persigo a tua névoa
Te sigo e te imploro
Me assombre com tua face
E me dê esperancas para que
A morte seja um paraíso doloroso
Se for para te ver para sempre
Nem que em penhascos de urzais
Thoughts
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PermalinkQue saudade doída.
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PermalinkPinturas novas na parede do quarto, musas novas no corredor, e mesmo assim o poema continua desgovernado pela mesma pessoa. Isso me fez pensar nas vezes que a gente troca os móveis de lugar achando que o resto vai junto. Aposto que esse poema ficou guardado um bom tempo antes de aparecer aqui. Obrigado por compartilhar!
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PermalinkUm penhasco de urze com alguém deitado lá e a pessoa indo atrás da névoa. Li em voz alta aqui e o final pesa.
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