As formaturas reconhecíveis das constelações das noites,
A face atenciosa dos faróis do carro,
Estrelas tecidas nas ligas das pontes,
As imagens das nuvens em propícia para seres heliotrópos,
Sussurros conspícuos vem dos matos,
Heterocrômicas faces vem dos óculos,
Vida siamesa inquilina em manchas na pelagem de felinos,
Os sorrisos desdentados das tomadas,
Faces de carícia infinita a vigiar almas.
A benção de buscarmos padrões de modo místico:
Quem quer que formos, jamais estaremos sozinhos.
Reflexo argênteo sobre as pétalas douradas de um narciso,
as risadas proferidas por conjuntos frutíferos,
Gnomos-polpa no parreral de tamanho ubíquo,
Balbucios animhumanos lamuriados pelas cordas de corvos,
Concretude individual vistas no expressionismo,
Mortais entes compondo de Deus Hindu o corpo,
A gravura originada da transmutação de escritos solecismos,
Uns hieroglifos formados de números aritméticos:
O reconhecimento comprazendo com lindo léxico.
Novo ou corriqueiro, os sentidos apontam com seu cetro:
Revendo e conhecendo tudo o que lhe é belo.
Litopédio espiando sobre quaisquer que sejam seus ossos,
Sangue desenhando culpadacatalepsos caules,
Os ramos re-retorcidos perseguindo sinuosos,
O espelho que quando seletos seres olham, tem duas caras,
Sombras bruxelantes espreitando os lupanares,
As visões escondida atrás das bolhas de sabão,
O suspeito e elegante morador do cabideiro do canto da sala,
Espectros perdidos rodeados de chiste e perdão,
Mais ruidosos que o bem, vencendo por sesseção.
A maldição de buscar sempre uns tais padrões divinos:
Quem quer que seja, jamais estará sozinho...