Métricas,
Casas sem teto
Nas quais o sentimento
É um jato que cresce reto
Rimas,
Poças da água que criam vácuos
Prendem os cavalos e
Entopem os sapatos
Parnasianos,
Sapos ocos que titubeiam o sentimentos
Se enclausurando em marcas mentais
Presos em lagoas superficiais