Lembrei das Fábulas do Monteiro Lobato, em que depois de cada história a turma do Sítio discute a moral e a Emília quase sempre discorda. A semente reflexiva tenta fazer isso sem precisar da Emília.
Introdução sobre minha ousadia criando Fábulas.
Pensamento
Lembrei das Fábulas do Monteiro Lobato, em que depois de cada história a turma do Sítio discute a moral e a Emília quase sempre discorda. A semente reflexiva tenta fazer isso sem precisar da Emília.
Conteúdo da publicação
Minhas fábulas dialogam com a tradição fabulística, mas não se limitam à função tradicional de transmitir uma lição de moral. Interessa-me explorar a capacidade da narrativa alegórica de provocar questionamentos sobre a existência, os sentimentos e as contradições humanas.
Em vez de entregar uma verdade pronta ao final da história (lição de moral), procuro construir um desfecho reflexivo (Semente reflexiva), capaz de deslocar o leitor de suas certezas e convidá-lo a elaborar as próprias interpretações. A narrativa não pretende necessariamente ensinar como se deve pensar, mas criar condições para que o pensamento aconteça.
Nessa perspectiva, a fábula deixa de ser apenas um instrumento de transmissão moral e passa a funcionar também como espaço de investigação simbólica e existencial. A história termina, mas sua questão permanece aberta na consciência de quem a lê, com uma "Semente reflexiva" particular para cada leitor.
Thoughts
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PermalinkLembrei das Fábulas do Monteiro Lobato, em que depois de cada história a turma do Sítio discute a moral e a Emília quase sempre discorda. A semente reflexiva tenta fazer isso sem precisar da Emília.
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PermalinkA semente da faca cega, sobre a ferramenta sem fio e quem insiste nela, fecha como lição de moral clássica, com sujeito e predicado. A diferença que você descreve aqui aparece mais na forma do fim do que no que ele diz.
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