Espero ao menos que no fim do mundo
Escute entre alguns dos segundos
Um grito meu.
Torço
Para que o meu próximo passo seja com o pé direito.
Entre o que é meu e o que me é alcançável com as mãos,
Eu não tenho a quê me apegar.
Poucos sacrifícios,
Quem dera eu me enganasse tão facilmente.
Ainda não tenho certeza sobre como deixar fluir.
Não busco a fundo as rimas, nem espero que esperem de mim.
Deixe que as pedras me derrubem;
No que puder ver e driblar,
Farei.
Mas no tempo que me couber,
Farei
Novamente.
No tempo que nunca será suficiente.
Pois, para ser feliz,
Deve-se saber que um dia não será nada mais,
Mas talvez o nada
Valha tanto quanto o agora.