O ar no estúdio parecia vibrar com a eletricidade daquela entrega. Helena, com a postura impecável e o olhar predatório que não aceitava recusas, movia-se ao redor de Lucas como se desenhasse os contornos da submissão dele. Cada centímetro de sua presença era um lembrete constante de que, ali, ela era a única detentora do poder.
Ela parou entre as pernas dele, forçando-o a manter um contato visual que o despia de qualquer defesa. Com um movimento lento e calculado, Helena desfez as últimas barreiras de tecido, deixando Lucas completamente exposto à sua vontade. Quando sua mão enluvada tocou o **membro** dele, o contraste do couro frio com a pele febril de Lucas provocou um espasmo de desejo que ele não conseguiu conter.
— Você está reagindo exatamente como eu esperava — sussurrou ela, sua voz soando como uma ordem que ele ansiava por obedecer.
Ela guiou a mão dele, forçando-o a sentir a pulsação de seu próprio desejo, enquanto ela mesma se posicionava de forma a revelar a **vagina**, úmida e pronta para a intensidade do que estava prestes a começar. O ambiente parecia ter se reduzido apenas àquele ponto de contato, onde a autoridade dela se misturava à vulnerabilidade dele.
Helena o forçou a observar cada movimento, cada toque que ela exigia. Não havia espaço para hesitação. Quando ela finalmente o conduziu para o interior de seu corpo, o encaixe foi perfeito e avassalador. O movimento era regido pelo ritmo imposto por ela, uma cadência que alternava entre o domínio absoluto e o prazer cru.
— Olhe para mim — ela exigiu, ofegante, enquanto a fricção entre o seu **membro** e a sua **vagina** criava uma fricção insuportável de tão prazerosa.
Cada investida era um lembrete de que ele lhe pertencia inteiramente naquela noite. Lucas, totalmente rendido, focava apenas no sorriso confiante de Helena, sentindo-se ser levado ao limite, incapaz de ditar qualquer coisa que não fosse a própria rendição aos desejos daquela que, naquele santuário, era a única sobe
rana.