Penso demais e percebo o quanto a minha mente me trai.
Amor-próprio, jogado com uma colher para dentro do meu ser.
Autossabotagem, jogada com uma pá, me fazendo ficar longe de quem eu quero ser.
Não há ninguém além de mim para culpar.
Não há divindade ou propósito para me agarrar.
Crises existenciais, momentos de guerra e paz.
Tudo isso me faz perceber o quanto a minha mente precisa de algo para se estabelecer.
Me diga, o que pode ser?
O que estou procurando, além de crescer?
É propósito?
É pertencimento?
Começo a achar que é um lugar dentro de mim
onde, finalmente,
não seja preciso matar ou morrer.
(Autoral de Sids)