Céu de chumbo sobre a mesa:
a tempestade desaba
no papel.
Para Paulo Leminski
Céu de chumbo sobre a mesa:
a tempestade desaba
no papel.
Para Paulo Leminski
Chuto que isso saiu de noite, luz fraca e chovendo lá fora, e o temporal acabou escorrendo pra caneta. O título já entrega que foi escrito à mão 🖋️
Platônico amor meu, Liberto-te de minha mente; Antes que me torne refém teu, Tolherei essa mental paixão ardente.
Era uma vez uma raposa tão cruel,
O alvorecer dá nova flora que se banha da fonte que mui transborda, ma(i)s das lágrimas de quem mui chora, com incertas vias que podem leva-lo homem mui além de que conseguem mortais vidas.
"Eu te odeio." Avisou Dante, como se estivesse cuspindo veneno em Jonathan. Seu olhar foi afiado e pesado.
Quando abracei o sol
As vezes eu me pergunto Quantos inimigos eu posso enterrar ? Até sentir fanta dos meus amigos Quanto tempo tem que se passar ? Até a verdade se apreciar Quanto sera que eu tenho que cantar ? Até os…
Dezesseis primaveras,
O centro histórico de Savannah era um labirinto de praças sombreadas por carvalhos centenários, dos quais pendia o musgo espanhol, conferindo à cidade um ar de mistério e opulência. Para os turistas…
Céu de chumbo sobre a mesa: