Trema diante de um louco sonhador, que nunca sonhou em se tornar doutor. Eu aprendi com a dor, gritando aos berros para ser liberto onde eu for.
Uma linha tênue de raciocínio, uma linda poesia, no mínimo, um cínico, humano, meio hipócrita, mas quem de nós, humanos, não somos?
Uma pergunta, melancólica, sem resposta: tu vives fazendo o que queres, ou existe fazendo o que querem? Nenhum de nós nasceu sabendo, e todos esperam que os mesmos errem.
Tabela periódica do silêncio, pense, ter fé te torna crente ou um louco com esperança de ter algo além de tudo, no fim do ato, viver, en facto.
Ideais que não tenho, coisas que não possuo, coisas sobre mim que não aturo, com dinheiro ou duro. No fim, sou subjetivo em tudo o que acredito e só assim me sinto vivo.