As ruas ladrilham o espectro.
Viseira embaçada é reflexo.
Sorte que resgata.
Vida de um marinheiro.
Seus dentes não tem lente.
Seus olhos precisam de óculos.
Sua luz precisa de foco.
Para queimar a vida de agora.
Patrulhando os becos reluzentes.
Franzindo a testa para sua voz demente.
Amor, me faz tua vida.
Suplica uma ninhada.
Me mostra a vida com graça.
O interlúdio que fica.
Aquele silêncio que intensifica;
A distância de nossos corações.
Que mostra a vida de um ponto.
Que o observador é tonto.
Por não perceber a verdade.