Desigualdade e crueldade, pobreza e miséria. Elas sempre machucam.
Sempre escolhem os desafortunados, aqueles que vivem à margem da desigualdade.
Isso pode nos machucar, não haverá paz e prosperidade nos tempos atuais. Não é apenas sobre um mero indivíduo, mas sobre uma nação.
Se eu pudesse, eu faria um pacto com o diabo, uma alma em troca de prosperidade e riqueza, paz para o nosso povo.
Se eu pudesse, subiria até o topo mais alto da montanha, onde a temperatura chega a cair. Isso nos machuca, somos meros mortais, estamos no ápice da miséria sem desfrutar do doce sabor de um simples pão. Uma porta se fecha, outra se abre.
Se eu pudesse, eu faria um pacto com o diabo, uma alma em troca de prosperidade e riqueza, paz para o nosso povo. No alto daquela montanha, nas profundezas de uma floresta, tudo pelo nosso povo, uma alma em troca de uma nação próspera, feliz e sem miséria. Tudo no alto daquela montanha, eu faria esse acordo.
Apenas pelo bem da nação, uma alma se desfaz, e milhares vivem em dignidade.
Uma alma some sob a escuridão das trevas no topo da montanha, e outras prosperam novamente.
Não haveria dor e sofrimento, o sol brilharia novamente, o mundo seria verde, e o céu tão azul quanto o oceano.
O alcance é ineficaz, momentos felizes são poucos, não haverá salvação, não haverá anjos. Não estamos seguros.