O muro que o poema fala quase sempre vem calado: o segurança seguindo o menino no mercado, o lugar do lado que fica vazio mesmo com gente em pé. Corta igual, sem ninguém abrir a boca.
Racismo
Pensamento
O muro que o poema fala quase sempre vem calado: o segurança seguindo o menino no mercado, o lugar do lado que fica vazio mesmo com gente em pé. Corta igual, sem ninguém abrir a boca.
Conteúdo da publicação
Em mundo colorido
somos todos iguais
almas semelhantes
mas o racismo separa
criando barreira
criando muros
negando direitos
olhares de desprezo
palavras que cortam
feito faca afiada
cortando na carne
ferindo almas
mas ainda há luz
há um fio de esperança
mãos unidas
corações unos
que o amor nos guie
sem cor, sem raça
irmãos sem fim
filhos do mesmo Deus.
Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)
Poema extraído do livro Não deixe a leitura morrer! Adote um livro.
Thoughts
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PermalinkAs mãos unidas logo depois da faca. Gostei de ver a mão que corta virar a mão que segura.
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PermalinkGostei que o fim chama todo mundo de irmão. Muita gente reza junto e na saída nem cumprimenta.
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PermalinkO muro que o poema fala quase sempre vem calado: o segurança seguindo o menino no mercado, o lugar do lado que fica vazio mesmo com gente em pé. Corta igual, sem ninguém abrir a boca.
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