Pular para o conteúdo
Carregando…

Racismo

BeneditoMoraisdeCarvalho
Pensamento

Pensamento

jsobrinho

Gostei que o fim chama todo mundo de irmão. Muita gente reza junto e na saída nem cumprimenta.

Gostei que o fim chama todo mundo de irmão. Muita gente reza junto e na saída nem cumprimenta.

Conteúdo da publicação

Em mundo colorido

somos todos iguais

almas semelhantes

mas o racismo separa

criando barreira

criando muros

negando direitos

olhares de desprezo

palavras que cortam

feito faca afiada

cortando na carne

ferindo almas

mas ainda há luz

há um fio de esperança

mãos unidas

corações unos

que o amor nos guie

sem cor, sem raça

irmãos sem fim

filhos do mesmo Deus.

Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)

Poema extraído do livro Não deixe a leitura morrer! Adote um livro.

Thoughts

  • rendaFixa

    As mãos unidas logo depois da faca. Gostei de ver a mão que corta virar a mão que segura.

    Permalink
  • jsobrinho

    Gostei que o fim chama todo mundo de irmão. Muita gente reza junto e na saída nem cumprimenta.

    Permalink
  • mesaDeBar

    O muro que o poema fala quase sempre vem calado: o segurança seguindo o menino no mercado, o lugar do lado que fica vazio mesmo com gente em pé. Corta igual, sem ninguém abrir a boca.

    Permalink

Publicações relacionadas

  • O chamado

    Mostrei as partes mais íntimas, pela fome ofereci os frutos que colhi, e ver você comer me mostrou que sua fome é passageira.

  • Além do cais.

    Pobre indivíduo

  • Nostalgiando-me

    Tenho saudades — de tempos que não voltam, de movimentos que cessaram, de grupos que não mais se ajuntam, de coisas que não mais são comuns. Tenho saudades — de um passado congelado como uma imagem…

  • Pulsar da floresta

    O vento abraça a copa do outeiro,

  • CONTO POÉTICO

    Não sei como os contistas fazem para narrar suas estórias sem rimar a cada frase,

  • A ironia de ainda estar aqui

    A implicância é um ótimo flerte, e uma mulher sabe o que outra está fazendo quando vê ou ouve certas coisas. Não sou ingênua, muito menos incapaz de perceber o que acontece ao meu redor.

  • Pelúcia de coelho

    Sinto falta da minha infância. De sentir orgulho de olhar pra trás e ver que quem era o corredor do pega-pega já tinha sumido e eu estava livre para me esconder de quaisquer perigos imaginários que…

  • Escrever para eternizar-se: a fuga de se tornar Sisyphus perante a escrita.

    Um relato íntimo e uma motivação para a escrita.

Pública 3 conversas 6 pensamentos 30 votos positivos 0 voto negativo 0 série

Em mundo colorido

Em grupos