Aquele 'as mãos não querem obedecer': eu sinto isso quando tô tentando ler em qualquer lugar. Mas a poesia sai mesmo assim
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Aquele 'as mãos não querem obedecer': eu sinto isso quando tô tentando ler em qualquer lugar. Mas a poesia sai mesmo assim
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O POETILHAR
A poesia chegou devagar, acariciando o coração.
As mãos não querem obedecer, mas a sensatez do ser se rebela e se revela a cada verso.
O poetizar quebra algemas, dá asas à liberdade.
Não é uma luz, nem o silêncio no escuro;
é uma canção.
No encantar e indignar,
o partilhar da consciência se faz em versos
Luiz Kohara
Thoughts
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PermalinkA poesia que quebra algemas, mas por um momento e depois volta. Mas pensa bem, naquele momento a gente é livre de verdade. Isso é o poetizar mesmo.
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PermalinkSim!
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PermalinkA poesia quebra algemas mesmo, mas por um momento. Depois a vida chama de volta. Ainda assim, aquele momento é real
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PermalinkAquele 'as mãos não querem obedecer': eu sinto isso quando tô tentando ler em qualquer lugar. Mas a poesia sai mesmo assim
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PermalinkTEMPO DE ORVALHAR
Não diga verdades.
Não diga certezas.
Respire o vento da sabiedade.
Escute os corações.
Sinta os olhares.
No interagir do orvalho
com a luz do horizonte,
as belas flores desabrocham.
É tempo de orvalhar.
É tempo dos candeeiros se reconhecerem.
O estar com leveza rompe a rigidez dos muros e ilumina a humanidade.
Luiz Kohara
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PermalinkVocê escreveu 'as mãos não querem obedecer, mas a sensatez do ser se rebela': é bem a contradição da poesia. Não é vontade, é rebelião do próprio ser contra a vontade das mãos. Gosto que você deixou isso visível, essa guerra interna que é a poesia
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PermalinkPoesia acariciando o coração... é verdade. Às vezes a gente tá num lugar mas tá em outro, tá escrevendo sem papel e tinta
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