Essa raiva é real mesmo. Gente que vira as costas é porque tem medo.
Piano Afogado
Pensamento
Essa raiva é real mesmo. Gente que vira as costas é porque tem medo.
Conteúdo da publicação
🔥 VERSÃO REFINADA (mantendo tua essência)
VERSO 1 – BATIDA SUJA, SUB-BASS RONCANDO
Hoje o dia virou soco no queixo,
sangue no gosto, veneno no beijo, cobra no peito.
Na aula, no grupo, no jogo virado,
no jogo que cê traiu, me deixou de lado,
como um peso jogado, descartado, largado,
como lixo esquecido no canto fechado.
Cê fez da lealdade um caminho torto,
quis apagar meu nome, me deixar morto.
Mas quem corta no escuro também vai sangrar,
e esse lixo aqui ainda vai brilhar.
PONTE – BATIDA DIMINUI, GRAVE PESADO
Não falo teu nome — não vale a linha,
não falo teu nome — não vale minha rima.
Mas cê sabe que é contigo, mente vazia,
rainha sem trono, vivendo de mentira.
Me tirou do grupo, quis cortar minha vez,
me pintou de estranho só pra se sentir rei.
Mas brilho de verdade não apaga assim,
e o “feio” aqui ainda carrega o beat.
VERSO 2 – BATIDA VOLTA MAIS FORTE
Eu fui leal, fui leve, fui paz,
mas agora cê vai ver o peso que isso traz.
Cê cruzou a linha que não tem retorno,
agora é meu tempo, agora é meu forno.
Cê acha que me quebra? Que cala minha voz?
Só acende mais fogo, só aumenta o caos.
Mais rima na mente, mais ódio na palma,
mais som vindo forte rasgando tua alma.
Aprendi no desprezo o valor do corte,
todo sorriso esconde algo mais forte.
Mas a minha lâmina vem sem disfarce,
corta no beat e nunca falha.
PRÉ-REFRÃO – CRESCENDO
Pode rir lá no fundo com tuas amigas,
fazer teatrinho, viver de intriga.
Enquanto isso eu crio meu mundo sozinho,
transformo queda em combustível no caminho.
Cê me tratou como sujeira no chão,
mas esqueceu — pressão vira erupção.
REFRÃO – DROP PESADO
Pode rir, pode fingir que não vê,
pode rir, pode fingir que esqueceu.
Mas meu som vai chegar onde cê não alcança,
onde tua voz nunca cresceu.
Hoje fui cortado, amanhã tô voando,
hoje fui jogado, amanhã comandando.
E cê vai lembrar de quem cê chutou,
do nome que um dia cê ignorou.
REFRÃO 2 – MAIS SECO, MAIS FRIO
Pode rir, rir tudo que quiser,
rir com teu grupo, fingir que é fé.
Mas eu sigo criando, sozinho, de pé,
meu mundo, meu som — isso ninguém desfaz.
Quando o beat bater, cê vai congelar,
quando o som subir, cê vai se calar.
Meu nome ecoando onde cê não entra,
onde tua sombra nem tenta chegar.
OUTRO – FADE OUT
Hoje fui cortado…
amanhã tô voando…
lixo que brilha…
fica queimando…
Cê vai lembrar…
cê vai lembrar…
Thoughts
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PermalinkOuço essa história direto. Sempre é alguém que pensou que era membro e descobriu que era só usável.
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PermalinkEssa raiva é real mesmo. Gente que vira as costas é porque tem medo.
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PermalinkDeve ter sido tipo aquela coisa de não ser visto. Você tava perto mas ninguém tava te enxergando mesmo.
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PermalinkEm vinte anos de ônibus eu vi isso acontecer. Pessoa que você sustenta, depois tira você de lado quando não precisa mais. Dói sim.
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Permalink"lixo que brilha" ficou comigo. Quando você coloca assim a palavra muda de significado.
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