Quando somos crianças, aprendemos quase que sem querer, a olhar para nossas mães e acreditar que elas sabem exatamente o que estão fazendo em relação a tudo e que terão todas as respostas que nós ainda não temos.
Porém, essas sensações devem ficar na infância, pois, na vida adulta, é importante que olhemos com um pouco mais de comprienção para nossas mães. Olhar para elas e pensar que muitos dos erros que cometeram foram erros que aprenderam a cometer. Perdoar nossas mães se torna uma decisão mais fácil quando entendemos que elas tambem estão aprendendo a como ser mães.
Esses comportamentos se passam de geração em geração, gerando uma reprodução de comportamentos, o que é muito comum quando falamos sobre mães e criação de filhos, pois muitas delas só fazem aquilo que aprenderam.
Nossa sociedade tem o custume de divinizar a figura materna, e é bem ai que mora o perigo, pois, quando colocamos nosssas mães no lugar de divindade, tiramos delas um direito muito importante, que deveria ser garantido para todo e qualquer ser humano: o direito de errar.
É importante lembrar tambem que a ideia de quebrar padrões é algo dos pais e mães da geração atual, ou seja, pais mais informados, com mais interece em preservar a saúde mental dos filhos, por perceberem que depreção e a ansiedade se tornaram as doenças do século.
Se olharmos para gerações passadas, o exemplo que nossas mães tinham de como serem mães eram as próprias mães delas. Quando entendemos essas coisas, nós podemos perceber que muitas vezes o que nossas mães fizeram foi apenas reproduzir aquilo que aprenderam, só estavam tentando aprender como lidar com o fato de ter outra vida em suas mãos e, ao mesmo tempo, tranformar essas vidas em cidadãos pacíficos para se conviver em sociedade.
Não culpe tanto a sua mãe; ela também está aprendendo a viver. Tente aprender junto a ela.