Por Lucien Vieira | 16 de setembro de 2026
Ainda assim,
prefiro a minha
— bem dotada —
limitação...
É minha.
Inata.
Inofensiva...
É — de verdade.
Em contrapartida,
a
— bem dita —
inteligência artificial,
o nome diz tudo:
é artificial.
E, como todo artificialismo,
com o tempo,
degrada e torna-se
degradante.
Adoece e torna-se
patógeno.
Mata.
Morre.
Poesia filosófica/aforística contemporânea.
... contrapõe a limitação humana, natural e verdadeira, à inteligência artificial, apresentada como artificialismo sujeito à degradação.