Carregando…

Conversa com Deus, Salvação.

Eduardo13
Pública 0 conversa 0 pensamento 25 votos positivos 0 voto negativo 1 série

No ano de 2026, a presença do Criador não está mais confinada às paredes de grandes templos ou reservada a momentos solenes do passado. Em cada canto do mundo, a fé se manifesta na simplicidade do…

In groups

Conteúdo da publicação

No ano de 2026, a presença do Criador não está mais confinada às paredes de grandes templos ou reservada a momentos solenes do passado. Em cada canto do mundo, a fé se manifesta na simplicidade do cotidiano. Em seus quartos silenciosos na penumbra da noite, na mesa da sala durante o café da manhã, nas caminhadas solitárias voltando do trabalho ou ouvindo a mensagem sincera de um pastor — um verdadeiro mensageiro de Deus —, o homem conversa com o Pai. Essa ponte invisível e inabalável continua sendo construída pelas palavras eternas de Jesus.

Enquanto a humanidade busca suas respostas na terra, no mais alto dos céus, o cenário é de profunda compaixão. No Trono de Glória, o Senhor Jesus está ao lado de Deus Pai, contemplando a Terra em pleno ano de 2026.

Olhando para o globo brilhante cercado por luzes e sombras, o Filho fala ao Pai sobre o destino dos homens:

— Meu Pai, veja como eles ainda lutam, como buscam sentido em meio a tanto barulho. Mas veja também como dobram os joelhos em segredo, como encontram conforto nas Minhas palavras e como ainda há amor pulsando em seus corações.

Deus Pai, com Seu olhar infinito que acolhe o passado, o presente e o futuro, responde com a suavidade que sustenta o universo:

— Meu Filho, o plano segue o seu curso. Enquanto houver uma alma buscando a verdade no silêncio do seu quarto ou na voz de um pregador sincero, a Minha graça continuará a derramar sobre eles.

Nas alturas, o destino da humanidade permanece traçado não pelo medo, mas pela esperança renovada a cada oração sincera que sobe da terra aos céus.

No silêncio da nave do templo, já vazia após o término do culto, o pastor ajoelha-se no altar. O peso das dores do mundo parece repousar sobre os seus ombros. As notícias do dia ecoavam em sua mente — imagens de nações em conflito, a terra estremecendo sob escombros de terremotos, águas avassaladoras levando lares inteiros e a miséria estampada no olhar de quem não tem o que comer.

Com as mãos trêmulas e os olhos marejados, o mensageiro ergue a voz em uma oração sincera e desesperada:

— Por que, Senhor? Por que a vida nesta terra precisa ser tão difícil? Vemos guerras destruindo famílias, a natureza se rebelando em inundações e tremores, e tanta fome... Por que meu Deus, se o Teu amor é infinito, permites que a Tua criação passe por tanta dor?

O silêncio do templo parece se aprofundar, como se o próprio ar aguardasse a resposta.

Lá no alto, no Trono Celestial, Jesus volta Seu olhar com carinho para o pastor prostrado. Ele se aproxima do Pai, levando a súplica daquele servo, pronto para sussurrar a resposta de consolo e sabedoria que o coração humano tanto precisa ouvir.

Do alto da glória, o olhar de misericórdia de Deus Pai e do Senhor Jesus repousou sobre aquele pastor prostrado. Com a autorização do Pai, Jesus estendeu a Sua mão sobre a Terra e, como um vento suave que atravessa o silêncio do templo, o Seu Espírito fez-se presente ao lado do mensageiro.

Jesus aproximou-Se do ouvido do pastor e sussurrou ao seu coração com uma voz repleta de autoridade e amor compassivo:

— Meu servo fiel, escute a verdade:

O Pai deu ao homem o livre-arbítrio. A humanidade escolhe seus próprios caminhos, e muitas das dores, guerras e misérias nascem do egoísmo e das escolhas do próprio coração humano. A terra geme, mas Eu fui enviado ao mundo para mostrar o Caminho, a Verdade e a Vida que levam à eternidade.

Siga firme e lembre ao Meu povo: cada alma, no seu devido tempo, comparecerá diante do Tribunal de Deus para prestar contas de suas obras, escolhas e intenções. Mas até esse dia chegar, a Minha graça e a paz que excede todo o entendimento continuam disponíveis para quem Me busca.

Aquele sussurro divino trouxe um alívio imediato ao peito do pastor. A angústia deu lugar a uma clareza espiritual inabalável. Ele levantou-se do altar enxugando as lágrimas, compreendendo que sua missão não era consertar as imperfeições do mundo com forças humanas, mas sim ser a voz que aponta a direção do céu para aqueles que sofrem.

No domingo seguinte, com o olhar sereno e renovado, o pastor subiu ao púlpito. Ele compartilhou com a igreja a revelação daquela noite, exortando a comunidade a viver no amor, na responsabilidade de suas escolhas e na esperança viva da salvação eterna.

Anos se passaram, e o pastor permaneceu inabalável. Ele pregou a verdade, consolou as dores dos aflitos, alimentou os necessitados e guiou seu rebanho com o amor e a paciência de um verdadeiro servo de Deus. Cumpriu integralmente a vontade do Altíssimo até o seu último suspiro na Terra.

Chegado o grande e solene dia do Julgamento, o pastor esteve diante da majestade do Trono Divino. Ao olhar ao seu redor, seu coração transbordou de gratidão ao reconhecer uma multidão de ovelhas de seu rebanho — homens e mulheres que haviam ouvido sua voz, dobrado os joelhos e aceitado a salvação.

Contudo, naquele momento final de acerto de contas, ele também presenciou a dor de ver alguns poucos que, por escolha própria, rejeitaram a luz e não foram absolvidos no tribunal supremo. Mas o Criador, em Sua infinita misericórdia e amor incondicional, não permitiu que o peso daquela perda maculasse a eternidade dos salvos.

Deus não queria que a nova criação começasse marcada por cicatrizes ou lágrimas de saudade. Assim, pelo poder divino, a memória de todos os que foram lançados no fogo eterno suavemente se dissipou da mente dos redimidos. Para os desobedientes, não haveria um tormento consciente sem fim, pois um Deus de amor não perpetua o sofrimento eterno: suas almas simplesmente deixaram de existir, apagando-se como uma chama no vento.

Sem a sombra da dor ou do remorso, as lágrimas foram enxugadas dos olhos de cada um dos salvos. Uma alegria indescritível e uma paz perfeita tomaram conta do novo céu e da nova terra. O pastor, junto ao seu rebanho resgatado, deu as mãos e adentrou a glória eterna, onde o amor de Deus reina absoluto para todo o sempre.

Glória, Glória, Glória a Deus nas alturas, o que foi, que é, e será para todo Sempre, amém...

Fim