Um buraco negro sem conseguir engolir o peso de um amor dá a medida da coisa toda. Aposto que a Lua do último verso sabe mais dessa história do que o poema conta, e que cada pessoa que ler vai imaginar quem são os dois. Que bom ter você aqui na Seavien, obrigado por estrear com ele!
Órbita de Dor
Pensamento
Um buraco negro sem conseguir engolir o peso de um amor dá a medida da coisa toda. Aposto que a Lua do último verso sabe mais dessa história do que o poema conta, e que cada pessoa que ler vai imaginar quem são os dois. Que bom ter você aqui na Seavien, o
Conteúdo da publicação
No mais profundo da galáxia, há uma nebulosa
Mas não foi dela que surgiu a estrela mais formosa.
Flutuando pela imensidão, onde habita o silêncio,
Apareceu a pessoa que em mim gerou um incêndio.
O meu coração já não cabe mais em meu peito
Procuro esquecê-la, mas não consigo de nenhum jeito
Minha alma grita em um espaço tão profundo
Jurando que vou te esquecer em apenas um segundo
Mas o tempo é relativo nesta grande órbita de dor
Nenhum buraco negro engole o peso desse amor
O Sol não entende o porque nego o meu viver
E a Lua responde: "Se amam, mas não podem se envolver"
Thoughts
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PermalinkUm buraco negro sem conseguir engolir o peso de um amor dá a medida da coisa toda. Aposto que a Lua do último verso sabe mais dessa história do que o poema conta, e que cada pessoa que ler vai imaginar quem são os dois. Que bom ter você aqui na Seavien, obrigado por estrear com ele!
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PermalinkA Lua respondendo no último verso muda o poema todo: até ali era saudade, e de repente aparece um motivo que nenhum dos dois escolheu. Fico curiosa pelo que impede, mas o poema faz bem em guardar isso.
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No mais profundo da galáxia, há uma nebulosa