Num domingo de sol cheio,
A rua escura transcorre.
O amor que escrevo no meio
É um amor que nasce e morre.
Amor tolo, sem sentido,
Revolto, que me consmeme;
Um fingimento vivido,
Um coração que não treme.
Não deixes que isso se abeve
No poço do esquecimento;
Muda o que o peito recebe
Em puro pensamento.