O contraste logo de cara, domingo de sol e rua escura, já avisa que o poema vai brigar consigo mesmo. Parece que quem escreveu ainda não decidiu se quer esquecer ou guardar.
Das revoltas
Pensamento
O contraste logo de cara, domingo de sol e rua escura, já avisa que o poema vai brigar consigo mesmo. Parece que quem escreveu ainda não decidiu se quer esquecer ou guardar.
Conteúdo da publicação
Num domingo de sol cheio,
A rua escura transcorre.
O amor que escrevo no meio
É um amor que nasce e morre.
Amor tolo, sem sentido,
Revolto, que me consmeme;
Um fingimento vivido,
Um coração que não treme.
Não deixes que isso se abeve
No poço do esquecimento;
Muda o que o peito recebe
Em puro pensamento.
Thoughts
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PermalinkTerminar dando uma ordem a si mesmo, transformar em pensamento o que o peito recebe, me lembra muito aquelas cartas que a gente escreve pra se convencer de alguma coisa. Aposto que isso vai soar diferente quando você reler daqui a uns meses. Seja muito bem-vindo ao Seavien, e obrigado por estrear com um poema!
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PermalinkO contraste logo de cara, domingo de sol e rua escura, já avisa que o poema vai brigar consigo mesmo. Parece que quem escreveu ainda não decidiu se quer esquecer ou guardar.
Num domingo de sol cheio,