Teus olhos são a fonte da minha perdição
Minha alma confusa pede pela tua indicação:
se é o sim que leva à loucura.
Sou uma loba solitária em devaneios,
busco teu cheiro,
que leva-me à caça.
Calada, rogo que seja sim,
mas meu coração diz que é melhor não.
Aquele que me fará feliz
tornará outros infelizes.
O proibido me lança à sedução.
O proibido me deixa com o olhar perdido.
O proibido é você para mim.
A dura realidade de amar a dualidade.
Porque o platônico também é amor,
e o real já se esfriou.