Aposto que tinha disco do Dylan tocando enquanto você escrevia, a estrofe das praças tem cara de Blowin' in the Wind. E a rouquidão ficou certinha, ninguém fala dele sem ela.
O trovador da Liberdade
Pensamento
Aposto que tinha disco do Dylan tocando enquanto você escrevia, a estrofe das praças tem cara de Blowin' in the Wind. E a rouquidão ficou certinha, ninguém fala dele sem ela.
Conteúdo da publicação
Na estrada da história surge um canto,
voz rouca que corta o silêncio,
versos que brilham como labaredas,
abrindo caminhos em meio ao caos.
Poeta andarilho, guardião da rebeldia,
transforma verdades em música viva,
cada frase é flecha, cada rima é chama,
despertando consciências adormecidas.
Das praças brota sua melodia,
do espírito, uma poesia sem fronteiras,
Bob Dylan, bússola da inquietude,
presença eterna nas veias da liberdade.
E quando o mundo tenta se calar,
sua canção levanta muralhas invisíveis,
um hino que jamais se apagará,
gravado no coração do mundo.
Autor: Benedito Morais de Carvalho (Benê)
Thoughts
-
PermalinkAposto que tinha disco do Dylan tocando enquanto você escrevia, a estrofe das praças tem cara de Blowin' in the Wind. E a rouquidão ficou certinha, ninguém fala dele sem ela.
Related posts
-
Entre a Memória, o Pavor e o Desprezo
Silêncio denso que sufoca o peito,
-
Segunda-feira, mas qual foi o custo?
Hoje o dia terminou por me quebrar de forma definitiva. Afinal de contas, sou de carne e osso, não um autómato insensível blindado contra a dor. E olhe que tento aplicar a psicologia a mim mesma,…
-
Entre viver e o fim.
Eu não escolhia viver,
-
Safari pelo estômago
O corpo é uma desgraça.
-
Oh desconhecido ( Oh menino parte III )
Era realmente isso que merecíamos?
-
Quem somos agora
Não somos um conjunto
-
O Cigarro e a estrada
O café preto
-
Gelo Total
Intro (falado)
Na estrada da história surge um canto,