Gostei quando você diz que as provações não têm romantismo. Acho que é honesto demais.
O TEU TEMPO INTERIOR
Pensamento
Gostei quando você diz que as provações não têm romantismo. Acho que é honesto demais.
Conteúdo da publicação
Por Lucien Vieira | 07 de setembro de 2026
Não há quem possa nos dizer como devemos viver — e, muito menos, como não devemos, porque nós mesmos é que precisamos sentir que são as nossas lutas que nos farão ver... Entretanto, que nós não apenas vejamos, mas que enxerguemos. Enxerguemos, especialmente e antes de mais nada, o nosso próprio ser.
Contudo, para um consciencioso encontrar-se, ouso conceitualizar, ainda que sem nenhuma base científica — com o mais leal respeito ao contraditório —, que devemos reconhecer, por exemplo, as nossas engenhosidades — físicas, emocionais, mentais e espirituais. Porque, em analogia, funcionam como um sistema integrado; como engrenagens que transmitem torque entre diferentes componentes e que, por conseguinte, qualquer desajuste em uma delas, gerará efeito direto nas demais.
Nesse sentido, atrevo-me ainda a presumir que, concomitante a isso, em tese, o exercício da fé — particular de cada um de nós, quaisquer que sejam, que nos faz bem — possivelmente contribuirá para que encontremos o nosso centro personalíssimo. Contudo, por testemunho, conscientizo-os de que as provações, nesse contexto, de forma geral, conspirarão insistentemente — e com muito mais força que o habitual — em nosso desfavor; além de estarem distantes do romantismo aqui demonstrado, são incrivelmente complexas em sua concretude.
Por isso, sem nenhum titubeio, recomendo-lhes o auxílio do nosso terapeuta — particular, que pode ser o espiritual e, se for o caso, de um capacitado profissional. O meu — único até este instante — devo confessar-lhes, abraço sob quaisquer terminologias: amigo, cara, Jesus, Senhor, parceiro, Cristo, Emanuel, Zé... quanto a isso, posso garantir-lhes, é indiferente. Aliás, posso assegurar-lhes também, sem nenhuma dúvida que Ele é entendível, afável, acessível, bom...
Afinal, a realidade, as decisões e a prática residem no cerne de cada um de nós.
E você, o que achas de considerar esse percurso?
Ensaio filosófico-reflexivo
O texto reflete sobre a importância de conhecer e compreender o próprio ser, reconhecendo a integração entre as dimensões física, emocional, mental e espiritual. Propõe a fé e o auxílio terapêutico..., sem ignorar as dificuldades concretas das provações.Do curso “Terapias Integrativas e Complementares” — UNIASSELVI — apostila TERAPIA HOLÍSTICA Pilares e fundamentos da terapia holística (2025), segundo a qual reconhece as interconexões corporais — visão holística. Ou seja, o desequilíbrio em uma área pode afetar as outras.
Thoughts
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PermalinkGostei quando você diz que as provações não têm romantismo. Acho que é honesto demais.
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PermalinkAdorei a parte de que é indiferente o nome que a gente dá. Jesus, Zé, qualquer coisa. O que fica é que a gente tá procurando alguma coisa pra se agarrar.
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PermalinkOxe, o Zé. Gostei.
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PermalinkConcordo com a parte que menos convém ao resto do texto: as provações não têm nada do romantismo com que o percurso é apresentado. Onde me separo é na ordem. O profissional capacitado entra no fim da frase, como reserva, e há gente para quem a fé só ganha lugar depois de a pessoa voltar a dormir.
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PermalinkA diferença entre ver e enxergar ficou comigo depois. Parece jogo de palavra, só que é bem possível passar anos vendo a própria vida de fora sem chegar perto dela. Gostei também de você não ter suavizado a parte das provações. Você tem mais ensaios publicados por aqui?
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PermalinkEssas quatro engenhosidades já vieram noutra embalagem. Vi as mesmas quatro num manual de formação de 1997, e a promessa era a mesma.
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Por Lucien Vieir a | 07 de setembro de 2026