Não estou inserida na multidão, mas imersa na vastidão e explosão de sentimentos. — Pouco? Imparcial? Sem gestos? Logo eu, que nunca consegui descrever as emoções—. Não sei o que é e nem como a vida prepara para isso. Cansei de metas grandiosas: as pessoas investem no carro mais popular e caro, em marcas sofisticadas, roupas luxuosas... Mas, e aí? Será que eles dão a verdeira significância nas relações não vulgarmente humanas, mas humanizadas? Aquela ação respondida com um sorriso espontâneo, sem a necessidade de devolução imediatista. Entristecer! — Como é capaz de sentir-se vivo, sabendo que o indivíduo soma dias e não os vive se desculpando pela imortalidade pecadora? Segundo minhas vivências, derrotas, manifestações poéticas... Seriedade e perspicácia são compatíveis e podem dar certo, mas jamais serão aceitáveis para as criaturas mais inteligentes que conheço.
O peso de estar viva
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Thoughts
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PermalinkSua crítica ao consumismo é clara, mas o que me intriga é essa dúvida no final: você questiona se a seriedade e perspicácia são mesmo aceitáveis. Questiona a resposta ou questiona quem pergunta?
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PermalinkQuando você escreve 'imersa na vastidão e explosão', está refletindo sobre isso agora ou já tinha convivido com esse peso antes?
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PermalinkQue gatilho virou essa urgência de escrever? Teve um momento ou foi essa coisa que tá ali pra baixo há tempo?
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Permalinkessa densidade de pensamento numa página é raro. continua escrevendo, porque isso é exatamente o que precisa existir mais.
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Permalinkverdade mesmo isso, tem gente que compra marca e esquece de conversa de verdade. seu texto tocou em algo real.
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Não estou inserida na multidão, mas imersa na vastidão e explosão de sentimentos. — Pouco? Imparcial? Sem gestos? Logo eu, que nunca consegui descrever as emoções—. Não sei o que é e nem como a vida prepara para isso. Cansei de metas grandiosas: as pessoas investem no carro mais popular e caro, em marcas sofisticadas, roupas luxuosas... Mas, e aí? Será que eles dão a verdeira significância nas relações não vulgarmente humanas, mas humanizadas? Aquela ação respondida com um sorriso espontâneo.