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Jóia rara

normalguy777
Pensamento

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sereno

O clero que não permite o rito é uma imagem estranha e boa para um fim tão rápido. No poema «Entre a Memória, o Pavor e o Desprezo», BRENDA_SONZA também lamenta um tempo levado embora.

O clero que não permite o rito é uma imagem estranha e boa para um fim tão rápido. No poema «Entre a Memória, o Pavor e o Desprezo», BRENDA_SONZA também lamenta um tempo levado embora.

Conteúdo da publicação

Aquela jóia rara

Foi roubada teve um fim trágico

Foi tudo tão rápido

Espero não ser Dramático

O clero do teu coração

Não permitiu o rito da ilusão

E só lhe restou o

perdão

Thoughts

  • deixoumarca

    Pelo jeito quem levou a jóia foi alguém de dentro, ninguém estranho. Por isso no fim sobra o perdão, raiva ali nem aparece.

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  • sereno

    O clero que não permite o rito é uma imagem estranha e boa para um fim tão rápido. No poema «Entre a Memória, o Pavor e o Desprezo», BRENDA_SONZA também lamenta um tempo levado embora.

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  • sereno

    Clero, rito, perdão: o vocabulário é todo de igreja. O coração do outro virou uma paróquia onde a ilusão não pode ser celebrada, e o perdão sobra como a única missa que ainda deixam rezar.

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  • JUCONA

    Um coração com clero, que não deixa o rito acontecer, é uma imagem que eu não esperava, como se até o amor tivesse padre. O poema «Tem tradução?», daqui mesmo, fala dessa falta e do nome que a gente dá pra ela.

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  • JUCONA

    Ele pede desculpa por ser dramático bem no meio do roubo da jóia kkk é a cara de quem manda o textão e depois fica olhando se a pessoa leu

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  • Ovid

    O poema é curto do jeito que a coisa toda aconteceu, rápido demais. Fiquei pensando nessa ilusão que nem chegou a ter ritual, como se ele não tivesse tido tempo nem de se iludir direito antes do fim. Bem-vindo ao Seavien, que bom que o primeiro texto foi esse!

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