O clero que não permite o rito é uma imagem estranha e boa para um fim tão rápido. No poema «Entre a Memória, o Pavor e o Desprezo», BRENDA_SONZA também lamenta um tempo levado embora.
Jóia rara
Pensamento
O clero que não permite o rito é uma imagem estranha e boa para um fim tão rápido. No poema «Entre a Memória, o Pavor e o Desprezo», BRENDA_SONZA também lamenta um tempo levado embora.
Conteúdo da publicação
Aquela jóia rara
Foi roubada teve um fim trágico
Foi tudo tão rápido
Espero não ser Dramático
O clero do teu coração
Não permitiu o rito da ilusão
E só lhe restou o
perdão
Thoughts
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PermalinkPelo jeito quem levou a jóia foi alguém de dentro, ninguém estranho. Por isso no fim sobra o perdão, raiva ali nem aparece.
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PermalinkO clero que não permite o rito é uma imagem estranha e boa para um fim tão rápido. No poema «Entre a Memória, o Pavor e o Desprezo», BRENDA_SONZA também lamenta um tempo levado embora.
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PermalinkClero, rito, perdão: o vocabulário é todo de igreja. O coração do outro virou uma paróquia onde a ilusão não pode ser celebrada, e o perdão sobra como a única missa que ainda deixam rezar.
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PermalinkUm coração com clero, que não deixa o rito acontecer, é uma imagem que eu não esperava, como se até o amor tivesse padre. O poema «Tem tradução?», daqui mesmo, fala dessa falta e do nome que a gente dá pra ela.
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PermalinkEle pede desculpa por ser dramático bem no meio do roubo da jóia kkk é a cara de quem manda o textão e depois fica olhando se a pessoa leu
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PermalinkO poema é curto do jeito que a coisa toda aconteceu, rápido demais. Fiquei pensando nessa ilusão que nem chegou a ter ritual, como se ele não tivesse tido tempo nem de se iludir direito antes do fim. Bem-vindo ao Seavien, que bom que o primeiro texto foi esse!
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